
Congresso elege os presidentes do Senado e da Câmara
Agência Brasil
No encontro realizado na residência do líder do partido na Câmara, deputado Mário Heringer, Gleisi Hoffmann foi destaque entre os convidados. A ministra da secretaria de Relações Institucionais ficou por um bom tempo sentada à mesa com Kalil. O PDT decretou neste ano independência em relação à base governista depois que veio à tona a crise dos descontos ilegais no INSS.
O mais novo representante do trabalhismo de Leonel Brizola já se apresenta como futuro candidato ao governo mineiro. E a conversa com a petista Gleisi, algo premeditadamente arquitetado pela legenda, é visto como um gesto político de reaproximação entre os dois partidos.
Isso pode significar uma alternativa de palanque para o presidente Lula em Minas Gerais, na campanha à reeleição do ano que vem. O plano A seria Rodrigo Pacheco, do PSD, mas há quem diga que o senador não está motivado a sair candidato ao governo mineiro. Sem contar a possibilidade ainda real dele ser indicado a ministro do Supremo para a vaga de Luis Roberto Barroso.
Em conversa com jornalistas, Kalil mineiramente disse que todo o apoio é bem vindo. E que para ingressar no PDT bastaram 10 minutos de conversa com o presidente da legenda, Carlos Lupi. O aceite ocorreu depois que o ex-ministro da previdência garantiu carta branca no estado e apoio financeiro para eventual campanha em 2026.


