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Quem era Diaba Loira, que foi encontrada morta no Rio de Janeiro

Diaba Loira afirmou que entrou para o crime para se defender do abuso de ex-parceiro

Por Redação
REDAÇÃO

16/08/2025 • 09:32 • Atualizado em 16/08/2025 • 09:32

Diaba Loira

Diaba Loira

Reprodução/Brasil Urgente

Resumo

Confronto entre facções: Eweline Passos Rodrigues, apelidada de Diaba Loira, foi encontrada morta no Rio de Janeiro após um confronto entre as facções Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro. O corpo foi localizado em Cascadura, longe do local do confronto.

Trajetória criminosa: Diaba Loira, de 28 anos, entrou para o mundo do crime após mudar do Comando Vermelho para o Terceiro Comando Puro. Foragida desde 2023, ela havia se envolvido em um tiroteio com a Polícia Militar e estava no Rio fugindo de uma tentativa de feminicídio.

Presença digital e ameaças: Conhecida por sua atividade nas redes sociais, Diaba Loira frequentemente exibia armas e símbolos de sua facção, declarando não ter medo de morrer. Ela também mencionava que sua mãe havia sido morta por membros do Comando Vermelho.

Jovem, loira e ‘braba’. Eweline Passos Rodrigues, conhecida como Diaba Loira, foi encontrada morta no Rio de Janeiro, após um confronto entre as facções Comando Vermelho (CV) e o Terceiro Comando Puro (TCP). O corpo de Diaba Loira foi localizado em Cascadura, que fica distante do local do confronto, e as imagens viralizaram nas redes sociais.

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Diaba Loira tinha 28 anos e ficou conhecida no mundo do crime após trocar o Comando Vermelho pelo Terceiro Comando Puro. Ela estava foragida desde 2023, quando trocou tiros com a Polícia Militar. Catarinense, ela chegou ao Rio fugindo de uma tentativa de feminicídio. Entrou para o Comando Vermelho, mas mudou de lado depois de ser agredida por um integrante da facção, e passou a fazer parte do TCP.

Em vídeos, a Diaba Loira já deixava claro que não temia ser executada por traficantes rivais por classificá-los como "despreparados". Ela ainda denuncia que a mãe teria sido morta por traficantes do Comando Vermelho.

Muito ativa nas redes sociais, ela exibia armas, símbolos da facção e repetia que não tinha medo de morrer.