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Visto para EUA com taxa de US$ 1 mi só foi concedido a uma pessoa até agora

Programa de visto "Gold Card" foi criado por Trump e permite residência no país

ESTADÃO CONTEÚDO

23/04/2026 • 14:18 • Atualizado em 23/04/2026 • 14:27

Visto para países da América do Norte

Visto para países da América do Norte

Divulgação

O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou nesta quinta-feira (23) que apenas uma pessoa foi aprovada até agora no programa de visto "Gold Card", criado por Donald Trump e que concede residência nos EUA a estrangeiros mediante o pagamento de uma taxa de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5 milhões).

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Em depoimento a um comitê da Câmara, Lutnick não revelou a identidade do solicitante aprovado, mas disse que pedidos de "centenas de outros estrangeiros" estão em análise.

O secretário também comentou que o país receberá o investimento de cerca de US$ 1 trilhão (R$ 5 trilhões) em meio à produção de semicondutores no país.

A audiência de Lutnick ocorre quase três meses depois de a Suprema Corte derrubar a maior parte da agenda tarifária de Trump, que na visão do governo americano impulsionaria o investimento e a manufatura dentro dos EUA.

Vistos para os EUA

O visto “Gold Card” foi anunciado pelo presidente americano em setembro do ano passado.

Na ocasião, Trump também afirmou que as companhias que quiserem contratar estrangeiros muito qualificados com o visto H-1B, como no setor de alta tecnologia, deveriam desembolsar US$ 100 mil (cerca de R$ 500 mil) a cada ano, em vez dos US$ 1.000 de antes atuais (cerca de R$ 5.000).

Os vistos H-1B têm duração determinada, inicialmente de três anos, e são prorrogáveis por até seis, para estrangeiros patrocinados por um empregador. Em seu primeiro mandato, Trump já tinha mostrado a intenção de limitar essas permissões de trabalho para priorizar a mão de obra americana.

Com Estadão Conteúdo