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Soldado confessa ter esfaqueado e incendiado corpo da namorada no DF

O Exército Brasileiro, por meio de seu Centro de Comunicação Social, informou que foi instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM) para esclarecer as circunstâncias do incêndio e da morte de Maria

Da redação com Agência Estado
DA REDAÇÃO COM AGÊNCIA ESTADO

06/12/2025 • 18:59 • Atualizado em 06/12/2025 • 19:06

Maria de Lourdes morreu e teve o corpo queimado

Maria de Lourdes morreu e teve o corpo queimado

Reprodução

Segundo informações do Exército, o soldado Kelvin Barros da Silva, de 21 anos, confessou o assassinato de Maria de Lourdes Freire Matos e está preso no Batalhão de Polícia do Exército de Brasília. Ele responderá na Justiça pelos crimes de feminicídio, furto de arma de fogo, incêndio e fraude processual.

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Maria, cabo do Exército Brasileiro, morreu em um incêndio criminoso no 1.º Regimento de Cavalaria de Guardas (RCGd) do Distrito Federal na última sexta-feira, 5.

Segundo informações da Polícia Civil do Distrito Federal, o fato teria ocorrido por volta das 16h, quando a equipe da 2.ª DP de Brasília foi acionada sobre a ocorrência de um incêndio com vítima fatal com lesões aparentes. As autoridades foram ao local, solicitaram perícia e deram início às investigações e à remoção do cadáver ao Instituto Médico Legal (IML).

"Ele confessou que, durante uma discussão motivada por cobranças da vítima, tomou posse de uma faca militar padrão e desferiu golpe profundo no pescoço da vítima. Após o crime, o autor ateou incêndio no local utilizando álcool e um isqueiro que estava em seu bolso. Após incendiar o ambiente, recolheu seus pertences e saiu do local, em direção à sua cidade", informou a Polícia Civil, em nota.

O Exército Brasileiro, por meio de seu Centro de Comunicação Social, informou que foi instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM) para esclarecer as circunstâncias do incêndio e da morte de Maria de Lourdes Freire Matos.

Kelvin permanece detido enquanto responde ao processo criminal e deve "ser excluído das fileiras da Força e responsabilizado pelo ato cometido", destaca a instituição.