
Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, disse que os cerca de R$ 400 mil reais encontrados pela Polícia Federal em um flat onde o deputado fica quando está em Brasília advém da venda de um imóvel em Minas Gerais. Ele não quis dar detalhes da localização da propriedade, mas disse que tudo está declarado no imposto de renda e que segue à disposição das autoridades.
O deputado foi alvo da Operação Galho Fraco, quem tem o objetivo de aprofundar as investigações de desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares. A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar é uma verba mensal destinada exclusivamente a reembolsar as despesas dos gabinetes de deputados federais e senadores, como o aluguel de carros.
Em coletiva à imprensa, Sóstenes disse que recebeu o valor recentemente e que não depositou a quantia em um banco em razão da “correria de trabalho” e que isso foi um “lapso”. Além do líder do PL, também foi alvo da PF o deputado Carlos Jordy, também do PL do Rio de Janeiro, que negou qualquer irregularidade e disse ser vítima de perseguição.
Sóstenes havia declarado que tinha menos de R$ 5 mil nas contas bancárias à Justiça Eleitoral na campanha eleitoral de 2022.
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