
Apagão em São Paulo
Paulo Pinto/Agência Brasil
Resumo
Apagão no centro de São Paulo deixou mais de 9 mil imóveis sem luz nesta quarta-feira (04), afetando bairros como Consolação, Higienópolis, Vila Buarque, Santa Cecília e Bela Vista.
Empresa Enel informou que a interrupção ocorreu em trecho da rede subterrânea e espalhou geradores pelas ruas para amenizar impactos enquanto equipes trabalham na identificação da causa e reconfiguração da rede.
Comunicado da concessionária destacou que não há prazo para o restabelecimento da energia na região, mantendo moradores e comerciantes em situação de espera.
Moradores do centro de São Paulo seguem sem luz nesta quarta-feira (04). O apagão no centro da capital fez com que a Enel colocasse geradores espalhados pelas ruas. Segundo o site da empresa, na capital paulista são mais de 30 mil imóveis sem luz.
A falta de luz foi registrada por moradores dos bairros de Consolação, Higienópolis, Vila Buarque, Santa Cecília e Bela Vista.
Em nota, a concessionária Enel informou que a interrupção no fornecimento de energia foi registrada em um trecho da rede subterrânea e que precisa de procedimentos técnicos específicos para a identificação do ponto da ocorrência.
“A área é atendida por um sistema de distribuição subterrâneo, que exige procedimentos técnicos específicos para a identificação do ponto da ocorrência. Para reduzir os impactos, a companhia direcionou geradores para locais estratégicos. As equipes seguem atuando de forma ininterrupta para identificar as causas, reconfigurar a rede e normalizar o serviço para todos", informou a concessionária.
A empresa não deu um prazo para o reestabelecimento da energia na região.
Contrato da Enel
A continuidade do contrato da Enel na região está em avaliação na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Prefeito e governador de São Paulo se manifestaram contrários à continuidade dos serviços da empresa nos moldes atuais.
Inicialmente a agência havia aprovado a renovação por mais 30 anos, porém pressão da população e de políticos após apagões nos últimos dois anos levou à abertura de um processo de caducidade da concessão.
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