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Internacional

Trump ameaça Irã sobre cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a suposta cobrança de pedágio do Irã para que petroleiros possam atravessar o Estreito de Ormuz, rota es

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10/04/2026 01:31 • Atualizado há 197 dias

Trump ameaça Irã sobre cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a suposta cobrança de pedágio do Irã para que petroleiros possam atravessar o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo, em publicação nesta quinta-feira, 9, na Truth Social.

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"Há relatos de que o Irã está cobrando taxas a petroleiros navegando pelo Estreito de Ormuz. É melhor que não estejam e, se estiverem, é melhor que parem agora!", escreveu o republicano.

Até o momento, não há detalhes públicos sobre eventual mecanismo de cobrança, valores ou como seria aplicada esse pedágio a navios no Estreito de Ormuz, apesar de relatos de que o Irã estaria cobrando até US$ 2 milhões por navio. Ontem, Trump havia dito que os Estados Unidos ajudarão o Irã a desafogar o tráfego acumulado na passagem marítima e até sugeriu uma "joint venture" ao lado de Teerã.

Em publicação separada, Trump ainda defendeu sua declaração de vitória contra o Irã, ao criticar um artigo editorial do Wall Street Journal que classificou sua declaração como "prematura". "Não há nada prematuro sobre isso! Graças a mim, o Irã JAMAIS TERÁ UMA ARMA NUCLEAR e, rapidamente, veremos o petróleo voltando a circular, com ou sem a ajuda iraniana, que, para mim, não faz a menor diferença", disse o presidente americano.

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Apesar do cessar-fogo firmado entre os dois países, os vizinhos do Irã Golfo Pérsico já emitiram alertas sobre a chegada de mísseis vindos do regime persa. O Kuwait condenou nesta quinta-feira publicamente os ataques da República Islâmica contra suas instalações petrolíferas, afirmando que eles são "uma flagrante violação de sua soberania e de seu espaço aéreo, bem como uma violação evidente do direito internacional".

Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores do país afirmou que a continuidade desses ataques mina os esforços regionais e internacionais que resultaram no cessar-fogo.

Com informações do Estadão Conteúdo