
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio na próxima semana e indicou a ministra Simone Tebet como candidata ao Senado por São Paulo.
Ele seguirá como vice-presidente, mas precisa deixar o ministério para disputar as eleições de outubro. Alckmin é cotado para permanecer como vice na chapa do presidente Lula, mas também tem o nome avaliado para a disputa por uma vaga no Senado por São Paulo.
"Cumprindo a legislação, a vice-presidência não exige desincompatibilização (para participar da eleição), mas o ministério, sim. A data é 4 de abril, mas dia 3 é Sexta-Feira Santa, então provavelmente dia 2 (sairei do ministério). Aí o presidente define, são os últimos dias e estamos muito felizes”, disse Alckmin, em rápida entrevista após participar de seminário sobre o Acordo Mercosul-União Europeia, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.
Ao falar sobre a disputa em São Paulo, Alckmin apontou Tebet como nome do PSB ao Senado. Questionado se a saída do MDIC o levaria a disputar cargo eletivo no estado, o vice-presidente afirmou que a candidata de seu partido será a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.
Tebet se filiou ao Partido Socialista Brasileiro nesta sexta-feira (25), em evento com Alckmin e outros integrantes da sigla. “A cadeira ao Senado está aqui: a ministra Simone Tebet, que vai assinar a ficha no PSB e deverá ser nossa candidata ao Senado Federal. Reúne experiência como prefeita, vice-governadora, senadora, ministra e candidata à Presidência. A gente fica muito feliz”, afirmou.
Com informações do Estadão Conteúdo.
