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Amapá: Rayssa Furlan tem 61,5% dos votos contra 46,9% de Barreto ao Senado

Randolfe aparece com 40,4% na disputa pelas duas vagas ao Senado no estado, de acordo com o levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas

Da redação
DA REDAÇÃO

15/06/2026 • 07:02 • Atualizado em 15/06/2026 • 07:59

Senado

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Reprodução/Agência Senado

A candidata Rayssa Furlan (Podemos) lidera com 61,5% das intenções de voto na disputa para o Senado Federal no Amapá. A pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas aponta que Lucas Barreto (PSD) está na segunda posição com 46,9%, e Randolfe (PT) em terceiro, com 40,4%.

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Na série histórica, Rayssa Furlan variou negativamente, passando de 63,8% em março de 2026 para os atuais 61,5%. No mesmo período de coleta, Lucas Barreto oscilou positivamente, de 46,2% para 46,9%, enquanto o candidato Randolfe cresceu numericamente, saindo de 39,0% para 40,4% das intenções de voto no estado.

Ainda na corrida às duas vagas ao Senado, Acácio Favacho (MDB) alcança 16,6%, seguido por Teles Júnior (PDT) com 9,5%. Os eleitores amapaenses que declaram voto em branco ou nulo somam 4,5%, enquanto 3,9% não sabem ou não quiseram responder ao questionário.

Em um segundo cenário testado sem o nome de Favacho, Rayssa Furlan oscila positivamente e vai a 64,3%. Lucas Barreto cresce e atinge 51,1%, enquanto Randolfe marca 42,7%. Neste contexto de amostra mais restrita, o candidato Teles Júnior aparece com 13,2%.

Rejeição ao Senado

O instituto também mediu o índice de rejeição dos candidatos. Randolfe tem a maior rejeição, com 33,6%, em um cenário de múltipla escolha. Ele é seguido na pesquisa por Acácio Favacho, com 22,8%, e pelo candidato Teles Júnior, que registra 15,7%.

Na sequência dos nomes mais rejeitados pelo eleitorado aparecem Lucas Barreto com 13,7% e Rayssa Furlan com 12,8%. Os que afirmam que poderiam votar em todos os candidatos somam 4,4%, e 14,3% não sabem ou não opinaram.

A pesquisa do instituto Paraná Pesquisas entrevistou 1.100 eleitores presencialmente entre os dias 11 e 13 de junho de 2026. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95,0%.