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Celebridades

PT de MG quer Ana Paula Renault como deputada; equipe nega convites

Nome de participante do 'BBB 26' foi ventilado, mas assessoria afirma que não há conversas com partido

2 min

05/02/2026 10:06 • Atualizado há 261 dias

PT de MG quer Ana Paula Renault como deputada; equipe nega convites

Forte nome nas redes sociais e no "Big Brother Brasil 26", a jornalista Ana Paula Renault é um dos nomes ventilados para ser lançada ao cargo de deputada pelo PT. Segundo uma fonte ouvida pelo jornalismo da Band, a veterana, que está confinada no programa, seria um nome pedido pela base do partido em Minas Gerais.

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Apesar de ser um pedido da base do PT, uma possível candidatura de Ana Paula não seria fortalecido pelo diretório do partido. "Ela nem sonha com um convite. Mas tem algumas pessoas falando e tudo mais", diz o assessor de uma deputada federal do PT em Minas Gerais.

O assessor explicou ainda que o PT deve ter um encontro nesta semana para definir os pré-candidatos a deputados estaduais e federais e com Ana Paula confinada, uma nomeação dela seria improvável.

Ana Paula poderia ser um nome a ser testado, mas nada oficializado, já que a direção do partido tem outros nomes com desejo de se candidatar no estado. A escolha da ex-BBB 16 seria justificado pelo alcance de Ana Paula, força nas redes sociais e a defesa de posições mais progressistas. Mas a assessoria de Ana Paula Renault informa que não houve nenhum convite para a jornalista e sister do "BBB".

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Sobre a possível candidatura de Ana Paula pelo PT de São Paulo, divulgada pela Folha de S. Paulo, nem o PT de Minas, nem a assessoria confirmam a conversa.

Pai de Ana Paula Renault foi deputado em MG

O pai de Ana Paula Renault, Gerardo Henrique Machado Renault, tem extensa carreira política em Minas Gerais. Entre 1967 e 1979, atuou como deputado estadual de Minas Gerais, eleito pela Arena, partido que dava sustentação ao regime militar instaurado em 1964.

Durante o período, foi relator da nova Constituição do estado e do Plano Quinquenal de Desenvolvimento de Minas Gerais, além de presidir comissões estratégicas na Assembleia Legislativa.

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Em 1979, elegeu-se deputado federal, mandato que exerceu até 1983. Licenciou-se do cargo para assumir a Secretaria Estadual de Agricultura no governo Francelino Pereira e, com o fim do bipartidarismo, filiou-se ao PDS, sucessor da Arena. Na Câmara dos Deputados, integrou comissões ligadas à agricultura e à política rural.

Em 1984, votou a favor da emenda Dante de Oliveira, que previa eleições diretas para presidente da República. Já no Colégio Eleitoral de 1985, apoiou Paulo Maluf, derrotado por Tancredo Neves, que acabou falecendo antes da posse, sendo substituído por José Sarney.

Gerardo deixou a Câmara ao fim da legislatura, em 1987, e ainda tentou a vice-governadoria de Minas Gerais em 1986, ao lado de Murilo Paulino Badaró.

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*Com informações de Agência Estado.

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