Além de presidente e governadores, sete cidades elegem novos prefeitos
Paralelamente à votação nacional, eleitores de sete municípios foram às urnas em pleitos suplementares

Além de definir a disputa para presidente da República e governadores no segundo turno, o domingo de votação mobilizou eleitores em sete municípios brasileiros para a escolha de novos prefeitos e vice-prefeitos.
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As eleições suplementares foram convocadas pela Justiça Eleitoral para preencher mandatos vagos em razão de cassações de diplomas ou indeferimentos definitivos de candidaturas eleitas anteriormente, motivados por irregularidades como abuso de poder econômico e político.
Disputas no interior paulista: Martinópolis, Macedônia e Narandiba
No estado de São Paulo, três municípios passaram por nova votação. Em Martinópolis, Beto Leite (União), ao lado da vice Fernanda Crepaldi (União), venceu a eleição com 8.247 votos, o que representa 59,09% dos válidos. O segundo colocado na disputa foi Marquinhos Xavier (PSDB), com 4.166 votos (29,85%), seguido por Gabriel Valões (MDB), com 1.544 votos (11,06%). O comparecimento atingiu 14.683 eleitores (81,34%), enquanto 3.369 deixaram de votar (18,66%). O pleito registrou ainda 270 votos em branco e 456 nulos.
Em Macedônia, Vado (PSD) e o vice Pedro Antônio (PSD) conquistaram a prefeitura com 1.835 votos (57,54%). O candidato Adilson Helena ficou na segunda colocação, somando 1.354 votos (42,46%). A cidade registrou o comparecimento de 3.353 votantes (81,58%) e uma abstenção de 757 pessoas (18,42%), além de contabilizar 44 votos em branco e 120 nulos.
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Já em Narandiba, Claudião Damacena (União) recebeu a maior votação nas urnas, com 2.135 votos (56,90%), superando Pedrinho (PRD), que obteve 1.617 votos (43,10%). A proclamação do resultado final, no entanto, permanece sob pendência judicial, já que a chapa mais votada concorre em condição sub judice e aguarda decisão da Justiça Eleitoral. Do colégio de 4.457 aptos, 3.934 votaram e 523 se abstiveram (11,73%), com registro de 49 votos em branco e 133 nulos.
Cenário no Rio de Janeiro, Tocantins, Paraná e Rio Grande do Sul
No Rio de Janeiro, o maior colégio eleitoral a realizar eleição suplementar neste domingo foi Itaguaí.
Haroldinho Jesus (PDT), em chapa com o vice Fabinho Taciano (Progressistas), foi eleito com 58.054 votos (77,47%). Kelaine Goulart (Novo) terminou em segundo lugar com 14.260 votos (19,03%), também concorrendo sub judice. Luciano Mota (PT) somou 2.243 votos (2,99%) e Marcelo Cunha (Democrata) alcançou 380 votos (0,51%). O município registrou 79.472 votantes (79,20%), com abstenção de 20.875 eleitores (20,80%), além de 1.749 votos brancos e 2.786 nulos.
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No Tocantins, o comando do Executivo municipal de Goiatins foi definido em favor de Max Luz (Solidariedade) e do vice Dominguim do Peixe (MDB), que somaram 3.863 votos (52,85%). Dida Filgueiras (Podemos) encerrou a apuração em segundo lugar, com 3.446 votos (47,15%). Ao todo, 7.703 votantes compareceram às seções eleitorais, com 1.108 abstenções, 35 votos em branco e 359 votos nulos.
No Paraná, os eleitores de Santana do Itararé elegeram Zé Izac (PT), em composição com Joaquim do Venerando (Progressistas), que obteve 2.043 votos (54,32%). O adversário Brunão Mota (PSD) somou 1.718 votos (45,68%). A votação contou com o comparecimento de 3.957 eleitores (84,91%) e 703 abstenções, com 107 votos em branco e 89 nulos.
Por fim, no Rio Grande do Sul, a prefeitura de Arroio do Sal teve a vitória de Felipe Valim (MDB) e do vice Alemão do Mercado (PSDB), escolhidos por 4.592 eleitores (62,96%). Valdir Cenci (PP) registrou 2.701 votos (37,04%).
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O índice de presença no município somou 7.688 votantes, com 1.808 abstenções (19,04%), além de 154 votos em branco e 241 votos nulos apurados.
