Eleições

BTG/Nexus: Lula tem 42% contra 33% de Flávio Bolsonaro no 1º turno

Vantagem do petista na disputa contra o senador no primeiro turno oscilou positivamente 2 pontos porcentuais, na comparação com a pesquisa divulgada no dia 13 de julho, de 40% para 42%

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27/07/2026 08:23 • Atualizado há 90 dias

BTG/Nexus: Lula tem 42% contra 33% de Flávio Bolsonaro no 1º turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da disputa presidencial com 42% das intenções de voto, contra 33% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (27).

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A vantagem do petista na disputa contra o senador no primeiro turno oscilou positivamente 2 pontos porcentuais, na comparação com a pesquisa divulgada no dia 13 de julho, de 40% para 42%. Já Flávio Bolsonaro oscilou negativamente 1 p.p., de 34% na mostra anterior para 33% na desta segunda.

No levantamento divulgado em 29 de junho, Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio: 42% a 34%. Na pesquisa de 13 de julho, a vantagem do petista era de 6 p.p. E na mostra de hoje, a vantagem de Lula foi para 9 pontos porcentuais.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 6%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão) que tem 5% e do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que registrou 3%.

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Segundo turno

Lula e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seguem tecnicamente empatados, no limite da margem de erro, em um eventual 2º turno das eleições presidenciais. O petista, contudo, está numericamente à frente.

Segundo o levantamento, Lula registra 47% das intenções de voto, enquanto Flávio alcança 43%, esses são os mesmos percentuais da pesquisa de 29 de junho.

Na pesquisa anterior, de 13 de julho, Lula também registrou 47% e Flávio Bolsonaro 44%, um ponto porcentual a mais do que na mostra desta segunda. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 9%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.

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Na pesquisa agora divulgada, numa eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, o cenário também é de empate técnico, levando em conta a margem de erro de 2 pp. Lula teria hoje 46% e o ex-governador mineiro 42%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 1%. Na pesquisa de 13 de julho, o presidente venceria o ex-governador de Minas Gerais por 47% a 40%.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 45% e o ex-governador de Goiás 43%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%. Eleitores que não sabem são 2%. Na pesquisa de 13 de julho, na simulação de 2º turno, Lula liderava com 47% e o ex-governador de Goiás registrava 38%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 39%, se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%. Eleitores que não sabem são 2%. Na pesquisa de 13 de julho, na simulação de 2º turno, Lula também liderava com 49% e Renan tinha 35%.

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Flávio lidera índice de rejeição

O senador lidera a taxa de rejeição entre os cotados para a Presidência com 50%, enquanto Lula registra 48%. O resultado representa um empate técnico na margem de erro de dois pontos percentuais. Na série histórica iniciada em março, o índice de rejeição ao atual mandatário variou entre 46% e 49%, ao mesmo tempo em que o patamar de eleitores que declaram o petista como única opção de voto permaneceu estável em 37%.

Em contrapartida, as alternativas da oposição apresentam menor rejeição, mas enfrentam taxas mais elevadas de desconhecimento perante o eleitorado. Zema registra 32% de rejeição e 31% de desconhecimento, mesmo percentual de desconhecimento de Caiado, que é rejeitado por 29% dos entrevistados. Já Cabo Daciolo marca 38% de rejeição e 42% de desconhecimento, Renan Santos soma 27% de rejeição com 44% de desconhecimento, e Augusto Cury anota 26% de rejeição e 52% de desconhecimento.

Lula tem empate técnico na aprovação

A gestão do presidente registra 47% de aprovação e 49% de desaprovação entre os eleitores brasileiros. O levantamento mostra estabilidade na avaliação favorável do trabalho do Planalto na comparação com a rodada anterior, enquanto o índice de rejeição à administração federal oscilou dois pontos percentuais para cima. O grupo de entrevistados que não soube ou preferiu não responder soma 4%.

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No detalhamento demográfico, os maiores índices de aprovação ao desempenho do governo concentram-se na região Nordeste, onde o percentual positivo atinge 62%, e entre eleitores com renda familiar de até um salário mínimo, que registram a mesma marca de 62%. A avaliação favorável também se destaca no eleitorado com 60 anos ou mais, atingindo 60%, e no público feminino, com 54%. Em contrapartida, a desaprovação alcança os patamares mais elevados na região Sul e no segmento evangélico, ambos com 64% de menções negativas.

A Nexus ouviu 2.004 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 24 a 26 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01489/2026.

*Com Estadão Conteúdo.

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