Eleições

Fachin: República se fortalece quando reconhece soberania popular

Declaração foi feita após a conclusão das eleições gerais de 2026. No pleito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito para o quarto mandato

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26/10/2026 11:50 • Atualizado há 2 horas

Fachin: República se fortalece quando reconhece soberania popular

Edson Fachin vota em Brasília

Reprodução/TV Justiça

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira (26) que a República se fortalece quando reconhece e respeita a soberania popular.

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A declaração foi feita após a conclusão das eleições gerais de 2026. No pleito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito para o quarto mandato.

“Concluídas as eleições de 2026, é tempo de reafirmar o respeito à vontade soberana do povo brasileiro, livremente manifestada nas urnas. A República se fortalece quando reconhece e respeita a soberania popular, fundamento da legitimidade democrática e expressão da cidadania”, escreveu Zanin.

Em nota, o presidente da Suprema Corte afirmou que, encerrada a disputa eleitoral, é momento de serenidade, responsabilidade e compromisso com o país.

“As diferenças próprias da democracia não devem impedir a construção de caminhos comuns para enfrentar os grandes desafios nacionais. O Brasil precisa de paz, estabilidade institucional e respostas concretas às legítimas aspirações da sociedade”, destacou Fachin.

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“A democracia também se fortalece quando se revigoram as instituições republicanas. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, independentes e harmônicos entre si, conforme estabelece a Constituição, encontram no respeito recíproco, no diálogo institucional e na fidelidade às suas competências o fundamento de sua atuação”.

Para Edson Fachin, mesmo diante de divergências, é nos limites da Constituição que se deve buscar respostas, preservando o equilíbrio entre os Poderes e a integridade do Estado Democrático de Direito.

“O Supremo Tribunal Federal, consciente de sua responsabilidade institucional, continuará a exercer suas atribuições com independência, imparcialidade, e fidelidade à Constituição, assegurando a proteção dos direitos fundamentais, a segurança jurídica e o acesso à justiça, sempre nos limites de sua competência”, pontuou.

“É hora de transformar a legitimidade das urnas em compromisso com o futuro, as divergências em diálogo republicano e os desafios em oportunidades de construção coletiva. A Constituição é o nosso ponto de encontro. A democracia é o nosso compromisso permanente”, finalizou.