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Gleisi compara Flávio a Collor: "Vende sonhos e vai entregar pesadelos"

Derrotada na disputa ao Senado no Paraná convocou a militância petista a intensificar a campanha pela reeleição de Lula

2 min

08/10/2026 15:45 • Atualizado há 16 dias

Gleisi compara Flávio a Collor: "Vende sonhos e vai entregar pesadelos"

Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), derrotada na disputa pelo Senado no Paraná, comparou nesta quinta-feira (8), o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, ao ex-presidente da República Fernando Collor de Mello. Ela ainda convocou a militância petista a intensificar a campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

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"Ele já disse que vai fazer com o Brasil o que Milei está fazendo na Argentina: cortar aposentadorias, programas sociais e congelar salários. Esse cara é tipo um Collor de Mello: vende sonhos e vai entregar pesadelos", afirmou Gleisi, em publicação nas redes sociais.

A declaração sobre as propostas de Flávio foi feita pela parlamentar como crítica à agenda defendida pelo adversário de Lula.

Collor foi eleito presidente em 1989, na primeira eleição direta para o cargo após a ditadura militar. Seu governo ficou marcado pelo Plano Collor, que bloqueou recursos de poupanças, contas-correntes e outras aplicações financeiras. Em 1992, foi aberto no Congresso um processo de impeachment contra o então presidente; Collor renunciou antes da conclusão do julgamento no Senado, que o declarou inabilitado por oito anos para o exercício de função pública.

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Gleisi também afirmou que o momento após o primeiro turno deve ser de mobilização. "Uma eleição muito dura, mas não é para desanimar agora, gente. Não é hora de grandes análises ou busca de culpados; é hora de revertermos esse resultado e ganharmos o segundo turno", declarou.

Em outra manifestação, a deputada disse que a campanha não deve depender apenas das aparições de Lula. "Há votos para serem buscados e não é só pelas falas de Lula. É também por nossas falas, nossa militância, nossa ação onde vivemos e estamos", escreveu.

A estratégia defendida pela parlamentar inclui buscar eleitores que se abstiveram no primeiro turno e aqueles ainda indecisos para a votação de 25 de outubro.