Tarcísio projeta vitória de Flávio e diz que PT será derrotado por promessas
Governador reeleito de SP destaca avanço da campanha no segundo turno e afirma que eleitor busca entregas e gestão
O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou estar confiante na vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República neste domingo (25). Durante sua votação, Tarcísio apontou o avanço da mobilização popular de rua e o aumento do engajamento nas redes no segundo turno como fatores decisivos para o crescimento da candidatura de Flávio.
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Avaliando o cenário do pleito nacional, o chefe do Executivo paulista destacou o sentimento de mudança identificado nas urnas e ressaltou a mobilização registrada em eventos por diversas capitais brasileiras.
"A gente vendo esse crescimento nas ruas, vendo esse crescimento nas redes, vendo o Brasil sendo tomado por esse sentimento de confiança e de mudança. O vento da mudança soprando. Observe que a campanha do segundo turno, ela teve muito mais engajamento que a do primeiro. Então, eu estou confiante demais na vitória. Tenho até um número para chutar aí, mas aí é depois."
Tarcísio também defendeu que a adesão do eleitorado depende de resultados práticos e responsabilidade na gestão pública. Segundo ele, a exigência da população por entregas concretas em vez de discursos é a razão pela qual prevê a derrota da candidatura adversária no segundo turno.
"A gente sabe da nossa responsabilidade e a nossa ideia é dar o máximo, montar a equipe técnica, fazer tudo para realizar e fazer a entrega, porque não existe adesão da população se não houver entrega. As pessoas estão cansadas das promessas vazias e é por esta razão que o PT vai ser derrotado no dia de hoje, porque são muitos anos de promessas vazias."
Primeiro turno O candidato do PL terminou o primeiro turno da eleição presidencial de 2026 à frente de Lula, com uma diferença de 2.224.965 votos, segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No primeiro turno, o senador recebeu 56.104.503 votos, o equivalente a 47,03% dos votos válidos, enquanto o presidente obteve 53.879.538 votos, ou 45,16%.
