TSE questiona Meta sobre restrições a conteúdos da campanha de Lula
A campanha sustenta que a plataforma tem limitado de forma seletiva o alcance de postagens oficiais e de perfis aliados

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta preste esclarecimentos técnicos em até 48 horas sobre a distribuição de conteúdos da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno.
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A ordem foi emitida pelo ministro Marco Aurélio Bellizze no âmbito de uma representação apresentada pela coligação governista.
Acusações de restrição e perfis automatizados
A campanha sustenta que a plataforma tem limitado de forma seletiva o alcance de postagens oficiais e de perfis aliados, o que comprometeria a paridade de armas na disputa eleitoral.
Além disso, a ação aponta a atuação de uma rede com 255 perfis automatizados no Instagram que teriam atacado o presidente e aliados, bem como a permanência no ar de conteúdos sintéticos identificados por monitoramento independente.
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Exigências da Justiça Eleitoral
Entre as medidas determinadas pelo Tribunal, a empresa deve preservar registros de moderação, detalhar restrições aplicadas desde agosto e justificar a desabilitação da conta de anúncios da campanha.
A plataforma também precisa comprovar se aplica de maneira idêntica as regras de exclusão de candidatos dos sistemas de recomendação para as duas candidaturas da disputa presidencial.
