
Simone Tebet e Fernando Haddad
José Cruz/Agência Brasil
O Partido dos Trabalhadores (PT) consolidou o cenário com a então ministra Simone Tebet como vice de Fernando Haddad para o governo de São Paulo. Por outro lado, Márcio França ganhou força para o Senado. Segundo interlocutores, a decisão é estratégica e está praticamente encaminhada.
A ministra é vista como peça-chave para ampliar o alcance da chapa no interior paulista, região considerada decisiva e historicamente mais resistente ao PT.
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Com esse movimento, o tabuleiro do Senado também começa a se reorganizar. O principal beneficiado é o ex-ministro Márcio França, que passa a liderar a disputa pela segunda vaga na chapa, consolidando-se como nome mais viável dentro da composição.
Nos bastidores, a leitura é de que a solução resolve dois problemas de uma só vez: fortalece a chapa majoritária com um nome de perfil moderado e competitivo, e organiza a disputa interna ao Senado, reduzindo tensões entre aliados.
A ministra Marina Silva, que também aparecia como opção para o Senado, enfrenta maior resistência, especialmente pela avaliação de dificuldades eleitorais no interior do estado.
Aliados próximos à articulação afirmam que a configuração com Tebet na vice e França no Senado cria uma composição mais equilibrada, com maior capacidade de diálogo político e potencial de crescimento eleitoral.
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