Cheiro de decomposição marca áreas atingidas pelos terremotos na Venezuela
Mais de 1.500 socorristas, incluindo brasileiros, seguem nas operações de resgate enquanto moradores denunciam demora no apoio oficial e a ONU alerta que o número de vítimas pode ultrapassar 10 mil

As equipes de resgate seguem trabalhando nas áreas atingidas pelos terremotos na Venezuela. Segundo o balanço mais recente, o número de mortos chegou a 1.719, enquanto as buscas por sobreviventes continuam, mesmo após o período considerado mais crítico para resgates.
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Com a demora no atendimento, moradores passaram a remover escombros com as próprias mãos na tentativa de encontrar vítimas. Mais de 1.500 socorristas de diversos países atuam na operação, entre eles 130 profissionais brasileiros.
Técnicos utilizam antenas especiais para detectar sinais de celulares que possam indicar a presença de sobreviventes sob os escombros. A Organização das Nações Unidas estima que o número de mortos pode ultrapassar 10 mil.
Desde o terremoto principal, mais de 500 tremores secundários foram registrados na região.
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O Brasil mantém o envio de ajuda humanitária por meio da Força Aérea Brasileira (FAB), e um novo voo com equipes e suprimentos deve chegar ao país para reforçar as operações de assistência.
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