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China tem alta nas exportações durante nova tarifa dos EUA

Mesmo com ameaça de novo tarifaço de 100% imposto por Trump, exportações chinesas crescem e alimentam expectativa por reaproximação entre Washington e Pequim.

Por Redação
REDAÇÃO

13/10/2025 • 20:33 • Atualizado em 13/10/2025 • 20:33

Exportações chinesas crescem apesar de tensões comerciais

As exportações da China registram crescimento inesperado no momento em que os Estados Unidos anunciam um novo pacote de tarifas sobre produtos chineses. O aumento ocorre em meio ao anúncio de um “retarifaço” norte-americano, que prevê sobretaxas de 100% a itens já tarifados, elevando a tensão entre as duas maiores economias do mundo.

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A decisão dos Estados Unidos está prevista para entrar em vigor em novembro, mas já provoca reações políticas e econômicas imediatas. O motivo seria a decisão do governo chinês de endurecer as regras para exportação de terras raras — minerais fundamentais para a indústria tecnológica global.

O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, tenta amenizar a situação ao afirmar que a medida “talvez nem seja colocada em prática”. No entanto, o presidente Donald Trump, responsável pelo anúncio das novas tarifas, sinaliza pressa. “Pode ser que não seja em novembro, pode ser que seja antes”, disse.

Discurso agressivo e acenos diplomáticos

Em meio ao aumento das tensões, Trump alterna entre ameaças e gestos de reconciliação. Após acusar a China de agir “de maneira imoral” ao restringir exportações de minerais críticos, o presidente afirmou que “não faz sentido conversar” com o líder chinês Xi Jinping na Malásia, onde estava previsto um encontro.

Poucos dias depois, no entanto, o tom mudou. Fontes do governo norte-americano indicam até a possibilidade de uma reunião entre Trump e Xi na Coreia do Sul, caso ambos concordem.

Escalada tarifária e resposta chinesa

A China, por sua vez, reage proporcionalmente. Diante da ameaça de novas tarifas, Pequim anuncia uma medida inédita: todos os navios com bandeira dos Estados Unidos, ou com ao menos 25% de participação americana em sua propriedade, deverão pagar uma tarifa adicional para atracar em portos chineses.

A resposta vem após Washington determinar a suspensão da exportação de equipamentos de alta tecnologia para o território chinês — setor no qual a China é altamente dependente de fornecedores norte-americanos.

Mercados reagem à instabilidade

O impasse entre as duas potências gera reações imediatas nos mercados globais. As bolsas e o câmbio registram oscilações diante da incerteza sobre o rumo das negociações.

De um lado, persiste o discurso de confronto econômico. De outro, sinais de que Trump busca evitar uma escalada descontrolada.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.