
A China reagiu ao ataque dos EUA à Venezuela e pediu a libertação imediata de Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores. O governo chinês afirmou que a operação militar americana viola o direito internacional e a soberania dos Estados, defendendo o diálogo como a única saída possível para a crise venezuelana.
Além da China, outros países também se posicionaram após o ataque. A Coreia do Norte condenou a ação, classificando os bombardeios dos Estados Unidos como uma grave violação da soberania da Venezuela. A Rússia reagiu com dureza, chamando a ofensiva de ato de agressão armada, declarando solidariedade ao povo venezuelano e defendendo que a América Latina continue sendo uma zona de paz.
No Vaticano, o Papa Leão XIV afirmou acompanhar a situação com profunda preocupação. Segundo ele, o bem-estar do povo venezuelano deve prevalecer, com apelo pelo fim da violência, pela justiça, pela paz e pelo respeito à soberania do país.
Na Europa, a União Europeia demorou a apresentar uma posição conjunta. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou que qualquer solução para a crise deve respeitar o direito internacional e a Carta da ONU. Na França, o presidente Emmanuel Macron afirmou que o povo venezuelano estaria livre da ditadura de Nicolás Maduro e defendeu uma transição pacífica e democrática.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse que o Reino Unido não participou da ação militar e reforçou a defesa do direito internacional. A reação da China ao ataque dos EUA à Venezuela evidencia a ampliação da crise para o centro do debate geopolítico global.