Cigarro ainda é o principal fator de risco para o câncer de pulmão
Oncologista Fernando Maluf alerta sobre sinais que não devem ser ignorados

O alerta sobre os riscos do tabagismo permanece atual: o cigarro é o principal fator de risco para o câncer de pulmão, um dos tumores mais frequentes no mundo e a principal causa de morte por câncer.
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A doença é evitável em grande parte dos casos, e a melhor estratégia continua sendo não fumar. “O risco está associado a diferentes formas de consumo de tabaco, incluindo cigarro convencional, charuto, cachimbo e também dispositivos eletrônicos para fumar”, afirma o médico oncologista Fernando Maluf, cofundador do Instituto Vencer o Câncer.
Além da prevenção, a atenção aos sinais e o diagnóstico precoce podem fazer diferença no prognóstico. Tosse persistente, presença de sangue no catarro, falta de ar e perda de peso sem causa aparente são sintomas que devem ser investigados.
Para pessoas com histórico importante de tabagismo, a tomografia computadorizada de baixa dose pode ser indicada como estratégia de rastreamento, conforme os critérios definidos pelas recomendações médicas.
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Os avanços no tratamento também ampliaram as possibilidades para os pacientes, com evolução das técnicas cirúrgicas, da radioterapia e dos medicamentos. “Hoje, exames moleculares permitem identificar características específicas de cada tumor e ajudam a direcionar a estratégia terapêutica de forma mais individualizada”, ressalta o oncologista.
Ainda assim, diante de todos esses avanços, a mensagem mais importante permanece: “é sempre melhor prevenir, e parar de fumar é uma das principais medidas para reduzir o risco de câncer de pulmão”, reforça Fernando Maluf.Ainda assim, diante de todos esses avanços, a mensagem mais importante permanece: “é sempre melhor prevenir, e parar de fumar é uma das principais medidas para reduzir o risco de câncer de pulmão”, reforça Fernando Maluf.
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