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Conheça os vencedores do Prêmio CNA Artesanal de Queijos

Avaliações levaram cinco meses e queijo Maná Paraná foi o grande vencedor

Por Redação
REDAÇÃO

24/07/2025 • 10:35 • Atualizado em 24/07/2025 • 10:35

Resumo

Premiação de queijos artesanais no Brasil destaca produtores e qualidade excepcional. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil realizou uma cerimônia de premiação para os melhores queijos artesanais, envolvendo 186 amostras e selecionando 15 vencedores após seis etapas de avaliação rigorosa.

Produtores Leomar e Marisa ganham destaque com o queijo Maná Paraná. O casal conquistou o primeiro lugar na categoria "Tradicional" na competição, ajudando-os financeiramente e destacando a importância do queijo para a sustentabilidade de sua família.

Concurso promove regularização e apoio técnico na agroindústria de pequeno porte. Além de premiar os melhores queijos, o evento visa a regularização da atividade queijeira, oferecendo assistência técnica e facilitando a comercialização, com a Confederação promovendo o concurso desde 2019 como parte de uma iniciativa para melhorar a indústria.

Os melhores queijos artesanais do Brasil foram recentemente premiados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, em uma cerimônia que destacou a excelência e o compromisso com a qualidade desses produtos tradicionais. A competição, que durou cinco meses e contou com 186 amostras de queijos, culminou na seleção de 15 tipos que passaram por seis rigorosas etapas avaliativas, incluindo análises de jurados técnicos e votação do júri popular.

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Em uma noite de gala realizada em Santana do Itararé (PR) três categorias foram disputadas pelos finalistas. Na categoria "Tradicional", com maturação entre 30 e 180 dias, o grande vencedor foi o queijo Maná Paraná, produzido por Leomar e Marisa desde 2017. "O queijo poderia nos ajudar naquele momento tão difícil financeiramente falando", afirmou Leomar, destacando a importância do queijo para a sustentabilidade de sua família.

A segunda categoria, de tratamento térmico, onde o leite é aquecido a certas temperaturas, teve como vencedor o queijo Maranata Ouro, produzido em Virgínia, Minas Gerais. "Hoje eu tenho certeza que vou morrer queijeiro", celebrou o produtor, que viu no queijo artesanal uma reviravolta financeira para a tradição familiar.

Na variante que inclui condições de ingredientes como condimentos, aromatizantes e outros elementos, o troféu foi para o queijo Montanha, da Queijaria Molequinha de Ibiúna, São Paulo. A queijaria começou como um passatempo na fazenda da família Camargo e se tornou um negócio que exigiu a regularização para continuar crescendo. "É bem complicada, mas valeu a pena", comentou o produtor sobre o processo de legalização.

Além de reconhecer o talento dos produtores rurais, o concurso também teve como objetivo a regularização da atividade queijeira no país, oferecendo assistência técnica e ajudando na comercialização dos produtos. Os vencedores receberam premiações em dinheiro e o selo de participação Ouro, Prata e Bronze, reconhecendo a excelência de seus produtos.

Desde 2019, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil tem promovido esse concurso como parte de uma iniciativa para melhorar a agroindústria de pequeno porte, reduzindo a burocracia mas mantendo o controle dos processos legais e sanitários. "Isso é muito gratificante para a gente que trabalha diretamente com o produtor rural", afirmou um dos organizadores, destacando a importância de valorizar o trabalho de longa data dos produtores.

Com a aclamação do público e o sucesso do evento, o futuro parece promissor para os produtores de queijo artesanal no Brasil, que continuam a demonstrar o potencial e a qualidade da produção rural nacional. "Muito bacana, viu, gente? Isso mostra o potencial dos nossos produtores, o potencial do trabalhador no campo e valoriza ainda mais o reconhecimento para eles", disse um dos participantes.