Resumo
Uma cooperativa agroindustrial de viticultores de Marialva ampliou a produção e diversificou o portfólio de vinhos, consolidando o município como referência no setor vitivinícola estadual e fortalecendo investimentos para agregar valor à produção local.
Uma vinícola da cooperativa produz vinhos tintos secos e suaves, além das versões branca e rosé suave, utilizando exclusivamente uvas cultivadas pelos cooperados, com controle de qualidade desde o manejo das videiras até o envase e comercialização realizada diretamente pelos produtores.
Um crescimento do consumo de vinho no Brasil, impulsionado pela pandemia, elevou a média nacional para dois litros por pessoa ao ano, com destaque para o vinho de mesa suave como preferência entre consumidores, apesar da valorização dos vinhos secos, especialmente tintos.
Uma cooperativa agroindustrial de viticultores de Marialva, no norte do Paraná, ampliou a produção e diversificou o portfólio de vinhos, reforçando a presença do município no setor vitivinícola estadual. A cidade é reconhecida como a capital da uva fina de mesa do Paraná e tem ampliado investimentos para agregar valor à produção local.
Na vinícola da cooperativa são produzidos vinhos tintos secos e suaves, além das versões branca e rosé suave. Toda a matéria-prima utilizada vem das propriedades dos cooperados da região.
Segundo representantes da cooperativa, o processo de produção começa ainda no campo, com o manejo das videiras e o cuidado com a qualidade da fruta.
“O processo do vinho começa muito antes de chegar aqui na vinícola, ele começa lá na propriedade dos nossos cooperados. Quanto melhor a uva, melhor será o vinho”, destacou a equipe técnica durante a reportagem exibida no AgroBand.
Marialva produz cerca de 30 toneladas de uva em duas safras por ano, volume que sustenta a atividade local e impulsiona a industrialização da produção. A transformação da fruta em vinho tem sido vista como uma alternativa para ampliar a renda dos produtores rurais.
A diferenciação entre os tipos de vinho ocorre na etapa de envase, quando são definidas características como a produção dos rótulos secos e suaves. Toda a comercialização é feita pelos próprios cooperados, tanto na vinícola quanto em pontos ligados ao turismo rural.
O avanço da produção acompanha o crescimento do interesse dos brasileiros pela bebida. Durante a pandemia, o consumo nacional de vinho registrou alta de 19%, enquanto o brasileiro passou a consumir, em média, cerca de dois litros por ano.
Apesar da preferência dos apreciadores por vinhos secos, especialmente tintos, o vinho de mesa suave ainda lidera o consumo no país, refletindo hábitos culturais do mercado brasileiro.
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