Agroband

BH irá sediar a oitava edição do queijo artesanal de MG

Evento deve reunir produtores de 13 regiões, enquanto estudo no Amazonas busca alternativas sustentáveis para o controle de pragas

Da redação
DA REDAÇÃO

22/05/2026 • 11:17 • Atualizado em 22/05/2026 • 11:17

Resumo

O setor agropecuário brasileiro destaca iniciativas para valorização da produção tradicional e desenvolvimento de tecnologias sustentáveis, evidenciadas no Giro Brasil do AgroBand.

O Festival do Queijo Artesanal de Minas Gerais, realizado em Belo Horizonte de 4 a 6 de junho, reunirá produtores de 13 regiões, com expectativa de 20 mil visitantes e programação composta por seminários técnicos, rodadas de negócios e celebração das tradições mineiras, enquanto a comercialização movimentou cerca de R$ 243 milhões entre 2019 e 2026, segundo a Faemg.

Uma pesquisa da UFSCar utiliza vespas e inteligência artificial em lavouras de mandioca no Amazonas para identificar espécies de manejo biológico, visando reduzir o uso de defensivos agrícolas e ampliar alternativas sustentáveis para controle de pragas.

O setor agropecuário brasileiro reúne iniciativas voltadas tanto para a valorização da produção tradicional quanto para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis no campo. Os temas foram destaque no Giro Brasil, do AgroBand.

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Entre os dias 4 e 6 de junho, Belo Horizonte receberá a oitava edição do Festival do Queijo Artesanal de Minas Gerais. O evento reunirá produtores de 13 regiões do estado e tem expectativa de atrair cerca de 20 mil visitantes.

Além da exposição e comercialização dos produtos, a programação contará com seminários técnicos, rodadas de negócios e espaços dedicados às tradições queijeiras mineiras.

Segundo dados da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), a comercialização do queijo artesanal movimentou aproximadamente R$ 243 milhões entre 2019 e 2026, reforçando a importância econômica e cultural do segmento.

Já na área de inovação agrícola, um estudo desenvolvido pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) tem utilizado vespas em pequenas lavouras de mandioca no interior do Amazonas para identificar espécies que possam atuar no manejo biológico de pragas.

A pesquisa busca reduzir a dependência de defensivos agrícolas por meio da automatização e do uso de inteligência artificial, ampliando alternativas sustentáveis para o controle de pragas nas plantações.