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Óleo usado para fritar batatinha vira biocombustível no GP de São Paulo

Rede de fast food é patrocinadora do GP de Fórmula 1 em São Paulo e transformou 10 mil litros de óleo usado em cozinhas em biocombustível

Da redação
DA REDAÇÃO

08/11/2025 • 13:29 • Atualizado em 08/11/2025 • 13:29

Fórmula 1: óleo usado para fritar batatinha abastece geradores em Interlagos

Fórmula 1: óleo usado para fritar batatinha abastece geradores em Interlagos

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Resumo

Óleo de cozinha usado em uma famosa rede de fast food foi transformado em biocombustível para os geradores do Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1. A reutilização envolveu 10 mil litros de óleo, coletados dos restaurantes da rede em São Paulo e processados em uma fábrica de biodiesel no Rio Grande do Sul.

Biocombustível produzido a partir do óleo tem capacidade de reduzir até 99% das emissões de CO2. Além de ser utilizado nos geradores do evento, o biocombustível é adequado para setores como logística, transportes coletivos e de cargas, e até na produção de minérios.

Práticas de sustentabilidade são destacadas no evento, incluindo a coleta de cerca de 700 litros de óleo durante o fim de semana para produção de mais biocombustível. Mariana Scalzo, diretora da Arcos Dorados, enfatizou o compromisso com a responsabilidade ambiental, estendendo-se da cozinha à pista de corrida.

O óleo de cozinha usado para fritar batatinhas de uma famosa rede de fast food foi transformado em biocombustível e está sendo usado nos geradores do Grande Prêmio São Paulo de Fórmula, neste fim de semana. A Band transmite, ao vivo, a corrida neste domingo (9).

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A iniciativa sustentável prevê a reutilização de todo o óleo de cozinha utilizado pelas redes nos restaurantes em São Paulo para alimentar todos os geradores do evento. A parceria incluiu coletar e direcionar o óleo para uma fábrica de biodiesel localizada no Rio Grande do Sul. Lá, o produto passou por processos adequados para transforma-lo em biocombustível. Ao todo, foram 10 mil litros produzidos.

O biocombustível tem potencial de reduzir até 99% das emissões de CO2 e, além de geradores, é indicado para atender as demandas dos setores de logística, de transportes coletivos e de cargas nos modais rodoviário, hidroviário, marítimo e ferroviário, assim como equipamentos para a produção de minérios.

A economia circular também estará presente dentro do próprio evento: os cerca de 700 litros de óleo utilizados no quiosque da rede de fast food, que é patrocinadora do GP de São Paulo, durante o fim de semana de competição serão coletados e encaminhados para a produção de novos biocombustíveis.

“Essa é a nossa versão de pit stop da sustentabilidade. Além de todas as ativações divertidas e dedicadas aos fãs da maior categoria do automobilismo mundial que levamos para Interlagos, estamos provando que a responsabilidade ambiental começa na cozinha e se estende até a pista de corrida. A transformação do óleo dos nossos restaurantes em combustível é mais um avanço no reaproveitamento de resíduos e na contribuição para eventos de baixo carbono. É a economia circular em alta velocidade”, explica Mariana Scalzo, diretora da Arcos Dorados.

Além do óleo, a rede também se comprometeu a reaproveitaros resíduos orgânicos que serão coletados pela organização do evento e destinados à compostagem. Haverá uma ação especial de doação de alimentos, em parceria com o serviço de catering do GP de SP, a A+E.

Os alimentos, que estiverem fora do padrão comercial da marca, mas próprios para consumo, serão doados para ONGs parceiras: Aliança da Misericórdia, Missão Belém e Escudo do Bem. Além disso, a marca fará a separação dos resíduos, que serão destinados ao descarte correto.

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