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Ministério Público denuncia quatro presos por morte em salto de rope jump

Três homens poderão responder por homicídio com dolo eventual; a quarta denunciada pode responder por dolo eventual e fraude processual

Henrique Alves
HENRIQUE ALVES

08/07/2026 • 14:34 • Atualizado em 08/07/2026 • 14:34

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu após ser lançada em rope jump sem corda

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu após ser lançada em rope jump sem corda

Reprodução/Redes Sociais

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou, nesta terça-feira (7), quatro pessoas por envolvimento na morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, jogada de cerca de 30m de altura sem cordas ao pular de rope jump.

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Três homens poderão responder por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar. O MPSP pediu a manutenção da prisão preventiva do trio.

A quarta denunciada foi apontada pela prática do mesmo crime, mas por omissão na condição de garantidora da segurança dos participantes. Ela também é acusada por fraude processual, pelo desaparecimento da câmera utilizada pela vítima e a exclusão do conteúdo nela.

Em relação à mulher, solicitou a conversão da prisão temporária em preventiva.

Na denúncia, o Ministério Público sustenta que:

os responsáveis pela execução do salto tinham pleno conhecimento dos riscos da atividade, mas deixaram de adotar cautelas necessárias.

Ainda segundo o MPSP, “Em busca da condenação dos acusados, Ao buscar a condenação dos acusados, os promotores pediram também que o Judiciário fixe em R$ 200 mil a reparação pelos danos causados.”

Relembre o acidente

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser jogada de cerca de 30m de altura sem cordas ao pular de rope jump, na manhã do dia 13 de junho, na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).

De acordo com a Polícia Militar (PM), seis funcionários da empresa estavam no local e foram conduzidos à delegacia, incluindo um bombeiro civil.

Em um vídeo publicado nas redes sociais é possível ver o momento em que três funcionários carregam a vítima na plataforma. Eles jogam a vítima e, em seguida, é possível ouvir uma pessoa gritando: “Gente, a corda”.