Band Paraná

Cachorro destrói porta de ônibus em Curitiba e veículo é recolhido

Nas imagens, passageiros parecem incentivar o animal após os primeiros danos, e outro ônibus da mesma linha já foi alvo de vandalismo.

Hiago Recanello
HIAGO RECANELLO

07/07/2026 • 14:55 • Atualizado em 07/07/2026 • 15:28

Um cachorro foi flagrado mordendo e destruindo a porta de um ônibus do transporte coletivo de Curitiba (PR), em vídeo gravado por passageiros e divulgado nas redes sociais, o que obrigou a retirada do veículo de operação.

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Flagra dentro do ônibus

Na gravação, o animal dirige as mordidas à estrutura da porta, que cede parcialmente após sucessivos ataques e fica visivelmente danificada.

Depois dos primeiros danos, alguns passageiros aparentam incentivar o cão a continuar, gesticulando em direção ao animal enquanto ele segue destruindo a porta.

Não é possível identificar, nas cenas, qualquer tentativa de afastar o cachorro ou conter a depredação, apesar do risco para quem estava dentro do ônibus.

Danos interrompem a viagem

De acordo com relatos, os danos obrigaram a empresa a recolher o ônibus da operação, interrompendo a viagem e afetando os usuários que estavam a bordo.

Danos a veículos do transporte público geram custos extras de manutenção e podem reduzir temporariamente a oferta de ônibus em determinadas regiões, com reflexos no dia a dia de quem depende do serviço.

Outro ônibus da mesma linha já foi alvo

Segundo relatos de usuários, um segundo veículo da mesma linha já tinha sido alvo de atos de vandalismo antes do episódio com o cachorro, também com danos à estrutura.

Os relatos mencionam a ocorrência, mas não detalham como o vandalismo aconteceu nem o tipo de dano provocado nesse primeiro caso.

Casos de depredação de ônibus e outros equipamentos do transporte coletivo se repetem em diferentes cidades brasileiras e costumam envolver tanto atos intencionais de destruição quanto situações em que não há intervenção dos presentes para evitar novos danos.

O episódio em Curitiba é motivo de atenção para empresas e gestores públicos, já que qualquer dano à estrutura dos veículos pode comprometer o funcionamento de portas e dispositivos de emergência.