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Homem morre esfaqueado ao lado da UFPR no centro de Curitiba

Crime ocorreu na Rua Amintas de Barros, próximo à Reitoria, na madrugada desta terça-feira (21)

Marcel Mercúrio
MARCEL MERCÚRIO

21/07/2026 • 09:32 • Atualizado em 21/07/2026 • 09:32

Um homem morreu após ser esfaqueado durante uma discussão na madrugada desta terça-feira (21), na Rua Amintas de Barros, no Centro de Curitiba, próximo à Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

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Discussão termina em esfaqueamento

De acordo com as primeiras informações, a vítima e o suspeito discutiram na via pública pouco antes do crime. Em meio ao desentendimento, o homem foi atingido por golpes de faca.

Testemunhas relataram que, após o ataque, o autor fugiu do local. Um segurança que atuava na região teria visto o suspeito deixando a área e percebeu que ele abandonou a arma utilizada na agressão.

A faca, apontada como possível arma do crime, ficou caída na rua e será analisada pela polícia. O objeto pode auxiliar na coleta de vestígios e na identificação do responsável pelo homicídio.

Socorro médico é acionado

A Polícia Militar foi chamada para atender a ocorrência e isolou a área até a chegada das equipes de atendimento de emergência. O socorro médico também foi acionado para tentar reanimar o homem esfaqueado.

Apesar do atendimento no local, a vítima não resistiu aos ferimentos. O corpo será encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde passará por exame de necropsia.

Até a publicação desta reportagem, o homem não tinha sido oficialmente identificado pelas autoridades. Documentos e outros elementos encontrados com ele devem auxiliar no processo de reconhecimento.

DHPP investiga o caso

A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Curitiba assumiu a investigação. O setor especializado em crimes contra a vida vai reunir as informações colhidas pela Polícia Militar e pelo atendimento de emergência.

Os investigadores vão apurar as circunstâncias da discussão que antecedeu o esfaqueamento e tentar localizar o suspeito apontado como autor do ataque. A polícia também deve ouvir testemunhas e analisar eventuais imagens de câmeras de segurança instaladas na região.

A DHPP pede que qualquer informação que ajude a esclarecer o caso seja repassada pelos canais oficiais de denúncia da polícia.