A investigação sobre a morte de David Schmidt Prado, de 37 anos, esfaqueado dentro de uma academia em Londrina, avançou após a apresentação de novos elementos pela defesa de Lucas Wancler, preso pelo crime.
A principal linha investigativa aponta que a ação foi motivada por ciúmes.
O que se sabe até agora
A defesa afirma que a esposa do investigado confirmou um relacionamento extraconjugal com a vítima. Segundo a advogada Thaís Indiara, Lucas sabia da situação havia cerca de três meses, período marcado por trocas de ameaças entre os envolvidos. As informações foram divulgadas pela TV Tarobá.
Ainda conforme a defesa, a esposa relatou que também houve episódios de infidelidade por parte de Lucas durante o casamento.
Após ficar em silêncio no primeiro depoimento à polícia, o investigado se manifestou na audiência de custódia. Ele falou sobre o sustento da família e citou o convívio com a esposa e o filho.
Pedido de avaliação psicológica
A defesa solicitou exames periciais para avaliar a saúde mental de Lucas Wancler. A advogada informou que, no dia do crime, ele teria procurado atendimento em unidades de saúde e no CAPS. O pedido busca verificar se as faculdades mentais estavam preservadas no momento da agressão, segundo a TV Tarobá.
Depoimentos e investigação
A Polícia Civil informou que a esposa do investigado confirmou um breve relacionamento com David durante um período de separação. A suspeita é de que o ataque tenha sido uma emboscada motivada por ciúmes.
A atual namorada da vítima relatou que namorava David havia cerca de quatro meses e que o casal se preparava para morar junto. Segundo ela, ele nunca mencionou ameaças.
Quem era a vítima
David Schmidt Prado tinha 37 anos, deixou um filho de seis anos e trabalhava no setor administrativo de uma rede de postos de combustíveis em Londrina. O sepultamento ocorreu em Cornélio Procópio, na quarta-feira, dia 7.
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