
David Schmidt Prado, de 37 anos
Reprodução/Instagram
Resumo
David Schmidt Prado, de 37 anos, foi morto a facadas dentro de uma academia em Londrina na segunda-feira (5) e sepultado na terça-feira (6), em Cornélio Procópio.
A polícia investiga motivação passional, já que a vítima se relacionava com a ex-mulher de Lucas Wancler Ferreira dos Santos, preso em flagrante e mantido à disposição da Justiça.
A Delegacia de Homicídios apura se o crime foi premeditado, analisa câmeras de segurança, ouve testemunhas e investiga possíveis ameaças anteriores.
O corpo de David Schmidt Prado, de 37 anos, morto após ser esfaqueado dentro de uma academia em Londrina, no norte do Paraná, foi enterrado na manhã desta terça-feira (6). O sepultamento ocorreu às 8h, no cemitério municipal de Cornélio Procópio, cidade onde a vítima tinha familiares e era conhecida.
David foi morto na segunda-feira (5), após ser atacado com golpes de faca dentro do estabelecimento, localizado na zona oeste de Londrina. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. A morte gerou grande comoção entre alunos, funcionários da academia e familiares da vítima.
Crime foi motivado por ciúmes
Conforme divulgado anteriormente, a principal linha de investigação indica que o crime foi motivado por ciúmes. David estaria se relacionando com a ex-mulher do autor do ataque e teria passado o réveillon com ela em Santa Catarina, o que teria provocado a reação violenta.
O autor do crime foi identificado como Lucas Wancler Ferreira dos Santos. Ele foi preso em flagrante dentro da própria academia por um policial militar que estava à paisana e treinava no local no momento do ataque. Após conter o agressor, o policial foi até o vestiário buscar sua arma e realizou a prisão.
Lucas não resistiu à abordagem e foi levado à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça.
David deixou um filho de 6 anos. O autor do crime, Lucas Wancler Ferreira dos Santos, também é pai de uma criança.
Investigação continua
A Delegacia de Homicídios de Londrina segue investigando o caso para esclarecer todos os detalhes da dinâmica do crime e confirmar se o ataque foi premeditado. Testemunhas já foram ouvidas, e imagens de câmeras de segurança da academia estão sendo analisadas.
A polícia também apura se havia registros de ameaças ou conflitos anteriores entre vítima e agressor. O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil do Paraná.
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