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PM intensifica patrulhamento contra 'gangue da correntinha' em Curitiba

Motopatrulhamento da 1ª companhia da PM foca bairros Água Verde e Batel após aumento de roubos com o golpe 'cavalo louco'

João Frigério
JOÃO FRIGÉRIO

12/06/2026 • 18:57 • Atualizado em 12/06/2026 • 19:00

Patrulhas com motociclistas da 1ª companhia de Rondas Ostensivas com Aplicação de Motocicletas (Rocam) reforçam, nesta sexta-feira (12), a segurança nos bairros Água Verde e Batel para coibir a atuação da chamada 'gangue da correntinha', responsável por roubos que cresceram nos últimos meses.

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Equipes da Polícia Militar circulam em motos pelas principais vias e áreas de maior fluxo de pedestres nesses bairros. A presença ostensiva dos policiais tem o objetivo de inibir a ação dos criminosos e permitir resposta rápida em caso de flagrante de roubo ou tentativa de furto.

Ação reforçada em bairros de grande movimento

Os bairros Água Verde e Batel concentram comércios, serviços e pontos de ônibus, o que, segundo a corporação, atrai grupos que buscam vítimas em deslocamento. O patrulhamento motorizado permite que os policiais alcancem diferentes regiões em menos tempo e abordem suspeitos em fuga.

As equipes da 1ª companhia da Rocam intensificam rondas em locais mapeados a partir de registros recentes de ocorrência. A estratégia inclui patrulhamento preventivo em horários de maior circulação de pessoas, como início da manhã e fim da tarde, quando o fluxo nas ruas costuma ser mais alto.

Como age a 'gangue da correntinha'

Nos casos registrados nos últimos meses, a Polícia Militar identificou a atuação de grupos conhecidos como 'gangue da correntinha'. Os integrantes se aproximam das vítimas em bicicletas e aplicam o golpe chamado 'cavalo louco', arrancando de forma brusca celulares, correntes e outras joias.

O ataque acontece de maneira repentina, geralmente quando a vítima está distraída, caminhando ou utilizando o celular na rua. Após o roubo, o criminoso foge pedalando e se mistura ao trânsito ou à movimentação de outras pessoas, o que dificulta a identificação imediata.

Orientação é registrar boletim e denunciar

A orientação das autoridades é que quem sofrer esse tipo de crime registre boletim de ocorrência, para que a polícia consiga mapear a atuação dos grupos e direcionar melhor o policiamento nas áreas mais afetadas.

Caso o cidadão reconheça algum dos suspeitos ou tenha informações sobre a 'gangue da correntinha', a recomendação é fazer denúncia pelos telefones 190, da Polícia Militar, ou 181, do Disque-Denúncia. Segundo a corporação, a participação da comunidade é considerada fundamental para identificar envolvidos e reduzir novos casos.