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Suspeito de executar delegado estava escondido no PR desde o dia 25

Homem de 39 anos reagiu à prisão em São José dos Pinhais; já tinha longa ficha criminal.

Da redação com Rodrigo Leite | TV Band Paraná
DA REDAÇÃO COM RODRIGO LEITE | TV BAND PARANÁ

30/09/2025 • 18:59 • Atualizado em 30/09/2025 • 18:59

Umberto Alberto Gomes, de 39 anos, suspeito de envolvimento na morte do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, foi morto em um confronto com policiais na manhã desta terça-feira (30), em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

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De acordo com as investigações, Gomes estava escondido na cidade desde o dia 25 de setembro. A operação contou com equipes das polícias civis do Paraná e de São Paulo e apoio de dois helicópteros. Ao receber voz de prisão, ele reagiu atirando contra os agentes e acabou morto no local.

Histórico criminal

O suspeito tinha extensa ficha criminal por roubo, associação criminosa e corrupção de menores. A polícia confirmou a participação dele na execução de Ruy Ferraz Fontes após encontrar digitais em uma casa usada pela quadrilha em Mongaguá, no litoral paulista. Segundo as apurações, ele estava em um dos veículos que perseguiu o ex-delegado na noite de 15 de setembro.

Operação conjunta

Até o momento, quatro pessoas foram presas por envolvimento no assassinato e outras três seguem foragidas. Para a polícia, não há dúvidas de que o crime tem ligação com a facção criminosa PCC.

Na segunda-feira (29), a polícia cumpriu mandados de busca na Baixada Santista. Um dos alvos foi o subsecretário de Gestão e Tecnologia de Praia Grande, Sandro Rogério Pardini, que nega participação no caso. Uma das hipóteses investigadas é que a execução esteja relacionada ao trabalho de Ruy Fontes como secretário de Administração da cidade.