
Ruy Ferraz Fontes
Reprodução
A morte do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, completou uma semana nesta segunda-feira (22) e segue sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Até o momento, quatro suspeitos foram presos e outros três seguem foragidos.
O mais recente detido é William Silva Marques, apontado como proprietário de uma casa em Praia Grande que teria sido usada como base pelos criminosos. A Justiça decretou sua prisão preventiva, e ele se apresentou ao DHPP no domingo (21), acompanhado de um advogado. Marques preferiu permanecer em silêncio durante o interrogatório.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, William é irmão de um policial militar cuja digital foi encontrada no imóvel investigado. As autoridades apuram se há participação direta ou indireta do policial no crime.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que as evidências coletadas apontam para possível envolvimento de facção criminosa, mas destacou que ainda não é possível definir se a motivação está relacionada à atuação de Rui Ferraz Fontes à frente da Polícia Civil ou a atividades posteriores, quando ele ocupava cargo na Prefeitura de Praia Grande.
“Podem ter certeza que todo esforço do Estado vai ser feito no sentido de elucidar o caso, de prender os criminosos e apresentá-los à Justiça, porque não vamos tolerar esse tipo de coisa em São Paulo”, declarou Tarcísio.
As investigações continuam com a análise de provas periciais e depoimentos de testemunhas, enquanto as buscas prosseguem para localizar os três suspeitos que permanecem foragidos.
*Texto gerado por IA e revisado pela equipe Band.com
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