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Ufólogo repercute suposto OVNI em Campo Largo, no Paraná

Jackson Camargo analisou vídeos publicados por Mayk Leão e defendeu investigação na área rural

Pedro Talin
PEDRO TALIN

02/06/2026 • 18:37 • Atualizado em 02/06/2026 • 19:01

O ufólogo Jackson Camargo, fundador do Portal Fenomenum, repercutiu o caso do suposto OVNI registrado pelo influenciador Mayk Leão em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. O portal é considerado um dos maiores acervos de ufologia em língua portuguesa no Brasil.

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O caso viralizou nas redes sociais após Mayk publicar vídeos com imagens e sons desconhecidos no sítio onde mora, na área rural de Campo Largo. Jackson afirmou que acompanhou as postagens e que pesquisadores já buscam mais informações sobre o episódio.

Ufólogo diz que vídeo é impressionante

Jackson Camargo afirmou que acompanhou todas as postagens e vídeos relacionados ao caso de Campo Largo.

“Eu acompanhei todas as postagens e todos os vídeos e realmente é um conteúdo bastante impressionante. Nós já temos vários pesquisadores, amigos em campo tentando obter mais informações”, disse.

Segundo o ufólogo, há relatos recentes de objetos estranhos em outras regiões do Paraná.

“A gente já identificou pessoas que viram objetos estranhos tanto aqui na cidade de Curitiba quanto na região Campo Largo. Outras filmagens também no litoral do estado. Realmente é uma época que está ocorrendo um aumento dessas aparições aqui nessa região de Curitiba. O motivo a gente ainda não sabe”, afirmou.

Investigação deve ir até o local, diz Jackson

Para Jackson Camargo, a investigação de um caso como o de Campo Largo exige a ida de pesquisadores ao local onde a testemunha fez o registro e também à possível área onde o objeto teria descido.

“Uma investigação como neste caso, a gente procura ir até o local, tanto conversar com a testemunha do ponto de vista no local onde ela teve a observação de imagens, e também no local onde possivelmente esse objeto desceu”, explicou.

O ufólogo afirma que a análise de campo é importante para verificar possíveis efeitos no solo e orientar moradores da região.

“Quando esses objetos descem ao solo, geralmente eles produzem algum tipo de efeito no solo, em alguns casos até com presença de radiação. Por isso é muito importante a gente ir até o local para fazer esse tipo de análise e excluir qualquer risco para pessoas que moram na área e para animais também que possam estar na região”, disse.

Orientação é não se aproximar de possíveis marcas

Jackson também orienta que testemunhas não entrem em possíveis marcas no solo antes de uma avaliação de pesquisadores.

“Então a gente sente essa responsabilidade de orientar as testemunhas para que não entrem nas marcas. Até que a gente conclua que a marca é segura para a pessoa entrar”, afirmou.

Segundo ele, a orientação vale principalmente em casos de observação próxima ou de possível pouso de objeto.

“Primeiro, se for uma observação razoavelmente próxima ou for um pouso de um objeto, por exemplo, nunca se aproximar em função da energia que esses objetos emanam e seus sistemas de propulsão”, declarou.

Paraná tem histórico de relatos ufológicos

O ufólogo também destacou que o Paraná tem tradição em pesquisas e relatos ligados à ufologia. Segundo Jackson, o estado sempre contou com pesquisadores importantes e já recebeu grandes eventos sobre o tema.

Ele citou casos antigos registrados em Curitiba e afirmou que há relatos históricos de aparições na capital.

“O estado do Paraná sempre contou com grandes pesquisadores e sempre foi sede de grandes eventos de ufologia e isso disseminou muito a questão ufológica”, afirmou.

Portal Fenomenum reúne casos de ufologia

Jackson Camargo é fundador do Portal Fenomenum, que reúne um dos maiores acervos sobre ufologia em língua portuguesa na internet. Segundo ele, o objetivo é apresentar casos com profundidade, análises e informações que ajudem a ampliar o debate.

“Eu mantenho o Portal Fenomenum, que é um dos maiores acervos em língua portuguesa da internet. Ali a gente reúne inúmeros casos ufológicos, inclusive vários casos brasileiros”, disse.

O ufólogo afirma que o tema precisa ser tratado com informação, análise e responsabilidade.

Como agir ao ver um fenômeno no céu

Jackson orienta que pessoas que presenciarem fenômenos semelhantes não se aproximem do local, principalmente em casos de observação próxima ou possível pouso.

A recomendação é observar à distância, tentar registrar imagens com pontos de referência para ajudar na noção de tamanho, distância e deslocamento, e repassar as informações a pesquisadores.

“Observar à distância, tentar documentar geralmente com algum ponto de referência para a gente ter noção de tamanho e distância desse objeto e até o próprio deslocamento, e entrar em contato com os pesquisadores”, orientou.