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Mulher é presa por injúria racial contra guarda-vidas em Ubatuba

Ela teria chamado o homem de “macaco” durante uma discussão na Praia Grande

Por Redação
REDAÇÃO

08/01/2026 • 17:50 • Atualizado em 08/01/2026 • 17:50

Briga entre banhista e guarda-vidas termina na delegacia em Ubatuba

Briga entre banhista e guarda-vidas termina na delegacia em Ubatuba

Reprodução/ Redes Sociais

Uma mulher de 36 anos foi presa por injúria racial contra um guarda-vidas na manhã desta quinta-feira (8), na Praia Grande, em Ubatuba. De acordo com boletim de ocorrência, ela teria chamado o homem de “macaco”.

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Segundo o GBMar (Grupamento de Bombeiros Marítimo), a mulher, que estava acompanhada de um homem, solicitou ajuda ao guarda-vidas temporário ao informar que seu filho havia desaparecido na praia.

No momento do contato, o guarda-vidas atendia outra ocorrência de emergência no mar, o que teria gerado insatisfação por parte da mulher, que passou a hostilizar verbalmente o profissional.

Imagens de câmera de segurança mostram o momento em que dois guarda-vidas se encontram com o casal próximo a um quiosque na praia. O grupo entra em uma discussão até que partem para agressão.

A Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal interviram para separar os envolvidos, que foram conduzidos à delegacia.

Ao todo, dez pessoas prestaram depoimento no distrito policial. A mulher relatou que os guarda-vidas teriam recusado ajudá-la e proferido ofensas, além de agressões físicas contra e seus familiares, que negaram a prática de injúria social.

A mulher foi presa em flagrante. O caso foi registrado como vias de fato, preconceitos de raça ou de cor, lesão corporal e desacato.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a mulher foi presa em flagrante após uma confusão envolvendo agressões mútuas e ofensas, na manhã desta quinta-feira (8), na Avenida Armando Barros Pereira, em Ubatuba.

A ocorrência teve início quando a mulher acusou três guarda-vidas, de 24, 27 e 34 anos, de não prestarem auxílio na busca por uma criança desaparecida. A discussão evoluiu para xingamentos, incluindo ofensas de cunho racial, além de agressões físicas entre os envolvidos.

A situação foi controlada com a chegada da Polícia Militar. Todos foram encaminhados à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Ubatuba, onde o caso foi registrado como lesão corporal, vias de fato, desacato e injúria racial.

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