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Caminhoneiros protestam contra restrição na ponte do rio Maranduba em Ubatuba

DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo) restringiu passagem de veículo que pesam mais de 23 toneladas no trecho

Por Redação
REDAÇÃO

24/11/2025 • 16:53 • Atualizado em 24/11/2025 • 16:53

Manifestação de caminhoneiros

Manifestação de caminhoneiros

Reprodução

Caminhoneiros realizaram um protesto nesta segunda-feira (24) contra a restrição à passagem de caminhões sobre a ponte do Rio Maranduba, em Ubatuba.

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O DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo) suspendeu o tráfego de veículos com mais de 23 toneladas sobre a estrutura durante o período de obras no trecho, obrigando os motoristas a desviar a rota.

Para veículos que excedem esse limite, a passagem é permitida apenas a prestadores de serviços, mediante autorização formal que deve ser solicitada online.

Em nota, a Associação Comercial de Ubatuba (ACIU) informou que já enviou ofícios a todos os deputados estaduais e federais de São Paulo, além do DER, reforçando a urgência de uma solução imediata para a situação, que tem causado grandes impactos na mobilidade, na economia e no cotidiano de moradores, empresários e turistas.

O que diz o DER

Por meio de nota, DER-SP informou que as obras emergenciais na ponte sobre o Rio Maranduba continuam, com a etapa de estabilização inicial já concluída.

O avanço dos serviços foi prejudicado pela maré elevada, e o prazo, antes previsto para 16 de novembro, foi estendido em cerca de 15 dias, dependendo das condições climáticas.

O órgão acrescenta que o tráfego segue em sistema “pare e siga”, com limite de 23 toneladas para caminhões, exceto veículos de serviços essenciais.

Após a conclusão das obras, a restrição de peso será mantida, mas com tráfego contínuo. Caminhões acima de 23 toneladas devem usar rotas alternativas, como a Tamoios e a Rio-Santos. A Prefeitura de Ubatuba foi informada de todas as orientações.

O que diz a Prefeitura de Ubatuba

A Prefeitura de Ubatuba informa que em reunião com os caminhoneiros, a prefeita Flávia Pascoal (PL) ouviu as demandas do grupo e encaminhará junto ao DER e ao Governo do Estado de São Paulo, um pedido formal para a adoção de medidas paliativas emergenciais, que garantam condições adequadas de circulação até uma solução definitiva para o trecho.

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