
Febracis São José dos Campos treina profissionais, preparando empresas para encarar mudanças de 2026
Divulgação
Estudos divulgados recentemente pela renomada consultoria McKinsey indicam que a demanda por profissionais com alta inteligência emocional deve crescer 26% até 2030.
O movimento reflete uma mudança estrutural no mercado de trabalho: atualmente, 71% dos empregadores já consideram a inteligência emocional mais relevante do que as habilidades técnicas na tomada de decisões sobre contratação, promoção e retenção de talentos.
Segundo a Febracis São José dos Campos, esse crescimento tende a se acelerar diante de um cenário de transformações simultâneas que impactam diretamente o ambiente corporativo, como a adoção de plataformas de Inteligência Artificial, as tensões geradas pela Reforma Tributária, o ciclo de eleições presidenciais e eventos de grande impacto econômico e social, como a Copa do Mundo.
“Esses fatores aumentam a pressão sobre líderes e equipes, exigindo mais equilíbrio emocional, clareza de decisão e capacidade de adaptação”, avalia Ricardo Kuratomi, diretor da unidade da Febracis em São José dos Campos.
Para Kuratomi, empresas que não se anteciparem a esse contexto tendem a pagar um preço alto em produtividade e custos ocultos. “2026 não vai perdoar empresas carregadas por colaboradores fracos. Se você não trocar gente ruim por gente capaz, sua empresa vai continuar travada — e mais cara. Além disso, quem continuar gerindo por opinião vai sofrer por falta de previsibilidade. Sem dados, a empresa vira um acidente esperando acontecer”, afirma.
O diretor também chama atenção para o impacto econômico das mudanças estruturais no país. “O Brasil caminha para um cenário com mais impostos, mais feriados e menos produtividade. Se a liderança não ajustar o planejamento de caixa e a operação para essa realidade, a margem simplesmente evapora. E sem uma operação autogerenciável, o desgaste emocional da liderança se torna um fator de risco para o negócio”, completa.
Nesse contexto, a Febracis São José dos Campos, a maior escola de negócios do Brasil, especializada em inteligência emocional, liderança e alta performance, tem atuado junto a empresas que buscam preparar suas equipes para esse novo ciclo. Um exemplo é o programa de treinamento em liderança e vendas realizado para corretores e gestores do Grupo Kaza, que inclui acompanhamento estruturado ao longo de 12 meses.
A iniciativa ilustra uma tendência clara do mercado: organizações que investem no desenvolvimento emocional e comportamental de suas lideranças conseguem atravessar períodos de alta complexidade com mais consistência, previsibilidade e capacidade de crescimento sustentável.
Para a Febracis São José dos Campos, a inteligência emocional deixou de ser um diferencial competitivo e passou a ser uma competência central para empresas que desejam permanecer relevantes nos próximos anos.
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