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Inteligência emocional se torna eixo estratégico para empresas

Ano de Inteligência Artificial, Reforma Tribuária, Eleições presidenciais e Copa do Mundo impõe preparo. Demanda por profissionais com alta inteligência emocional deve crescer 26% até 2030

Por Redação
REDAÇÃO

15/12/2025 • 11:51 • Atualizado em 15/12/2025 • 11:51

Febracis São José dos Campos treina profissionais, preparando empresas para encarar mudanças de 2026

Febracis São José dos Campos treina profissionais, preparando empresas para encarar mudanças de 2026

Divulgação

Estudos divulgados recentemente pela renomada consultoria McKinsey indicam que a demanda por profissionais com alta inteligência emocional deve crescer 26% até 2030.

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O movimento reflete uma mudança estrutural no mercado de trabalho: atualmente, 71% dos empregadores já consideram a inteligência emocional mais relevante do que as habilidades técnicas na tomada de decisões sobre contratação, promoção e retenção de talentos.

Segundo a Febracis São José dos Campos, esse crescimento tende a se acelerar diante de um cenário de transformações simultâneas que impactam diretamente o ambiente corporativo, como a adoção de plataformas de Inteligência Artificial, as tensões geradas pela Reforma Tributária, o ciclo de eleições presidenciais e eventos de grande impacto econômico e social, como a Copa do Mundo.

“Esses fatores aumentam a pressão sobre líderes e equipes, exigindo mais equilíbrio emocional, clareza de decisão e capacidade de adaptação”, avalia Ricardo Kuratomi, diretor da unidade da Febracis em São José dos Campos.

Para Kuratomi, empresas que não se anteciparem a esse contexto tendem a pagar um preço alto em produtividade e custos ocultos. “2026 não vai perdoar empresas carregadas por colaboradores fracos. Se você não trocar gente ruim por gente capaz, sua empresa vai continuar travada — e mais cara. Além disso, quem continuar gerindo por opinião vai sofrer por falta de previsibilidade. Sem dados, a empresa vira um acidente esperando acontecer”, afirma.

O diretor também chama atenção para o impacto econômico das mudanças estruturais no país. “O Brasil caminha para um cenário com mais impostos, mais feriados e menos produtividade. Se a liderança não ajustar o planejamento de caixa e a operação para essa realidade, a margem simplesmente evapora. E sem uma operação autogerenciável, o desgaste emocional da liderança se torna um fator de risco para o negócio”, completa.

Nesse contexto, a Febracis São José dos Campos, a maior escola de negócios do Brasil, especializada em inteligência emocional, liderança e alta performance, tem atuado junto a empresas que buscam preparar suas equipes para esse novo ciclo. Um exemplo é o programa de treinamento em liderança e vendas realizado para corretores e gestores do Grupo Kaza, que inclui acompanhamento estruturado ao longo de 12 meses.

A iniciativa ilustra uma tendência clara do mercado: organizações que investem no desenvolvimento emocional e comportamental de suas lideranças conseguem atravessar períodos de alta complexidade com mais consistência, previsibilidade e capacidade de crescimento sustentável.

Para a Febracis São José dos Campos, a inteligência emocional deixou de ser um diferencial competitivo e passou a ser uma competência central para empresas que desejam permanecer relevantes nos próximos anos.