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Rebelião, mortes e reféns: entenda o motim na Penitenciária 1 de Potim

Durante o motim, dois detentos morreram, outros quatro ficaram feridos e cerca de 14 visitantes, incluindo uma criança, foram mantidos sob ameaça dentro da unidade

REDAÇÃO BAND VALE
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22/06/2026 • 09:50 • Atualizado em 22/06/2026 • 09:54

Rebelião, mortes e reféns: entenda o motim na Penitenciária 1 de Potim

Rebelião, mortes e reféns: entenda o motim na Penitenciária 1 de Potim

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Uma rebelião na Penitenciária I de Potim aconteceu entre a manhã de sábado (20) e a madrugada de domingo (21). O motim terminou por volta das 6h, após negociação conduzida pela Polícia Penal e pelo Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar. Durante o motim, dois detentos morreram, outros quatro ficaram feridos e cerca de 14 visitantes, incluindo uma criança, foram mantidos sob ameaça dentro da unidade.

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De acordo com as investigações, a confusão teve início durante o horário de visitas, após a proibição da entrada de duas visitantes. A medida provocou uma reação de detentos do Pavilhão 5, que iniciaram o motim e impediram a atuação imediata das equipes de segurança.

Durante a rebelião, os visitantes que estavam no local foram mantidos sob o controle dos presos até o dia seguinte enquanto as negociações aconteciam.

Segundo o boletim de ocorrência, ao longo da rebelião foram registrados episódios de extrema violência entre os próprios detentos. Dois presos foram mortos e outros quatro sofreram ferimentos graves. As investigações apontam que as agressões ocorreram em meio a conflitos internos entre integrantes da população carcerária.

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou que a ocorrência foi encerrada sem ferimentos entre os visitantes. Todos os reféns foram liberados em segurança e receberam apoio da pasta. A secretaria também destacou que os dois presos responsáveis pela ação se entregaram após as negociações.

Após o controle da situação, os detentos envolvidos foram transferidos para outras unidades prisionais e responderão judicialmente pelos atos praticados. A Polícia Civil apura os crimes de homicídio, tentativa de homicídio, sequestro, cárcere privado e participação em motim.

A SAP informou ainda que a penitenciária passou por uma revista geral realizada pelo Grupo de Intervenção Rápida (GIR), com apoio da Polícia Militar na área externa da unidade, para garantir a segurança e restabelecer a normalidade no presídio

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