
Abel Ferreira, treinador do Palmeiras
Cesar Greco/Palmeiras
Resumo
Nota oficial do Palmeiras manifesta insatisfação com decisão do STJD sobre julgamento do técnico Abel Ferreira, alegando punição desproporcional baseada em leitura labial sem perícia e uso de episódios já julgados.
Crítica do clube destaca negativa do efeito suspensivo, apontando tratamento desigual em comparação a casos semelhantes e questionando a credibilidade da competição, com expectativa de revisão equilibrada na segunda instância.
Diretoria menciona desafios do calendário do futebol brasileiro e cobra mais transparência da CBF, ressaltando que decisões contestadas podem impactar o andamento do campeonato.
O Palmeiras divulgou uma nota neste sábado (11) em que demonstra insatisfação com uma recente decisão envolvendo o julgamento do técnico Abel Ferreira pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, o STJD. O clube considera que a punição aplicada foi desproporcional e baseada em critérios questionáveis, como leitura labial sem perícia e uso de episódios já julgados anteriormente.
O clube paulista também critica a negativa do efeito suspensivo, destacando que, em casos semelhantes, o tribunal costuma conceder esse recurso. Para o Palmeiras, houve tratamento desigual, o que compromete a credibilidade da competição. A diretoria espera que o caso seja revisto com mais equilíbrio na segunda instância.
A diretoria reafirmou que o calendário do futebol brasileiro é desafiador para todos, com dificuldades logísticas enfrentadas por diversas equipes, incluindo o próprio Palmeiras. Por isso, defende que decisões como essa sejam tomadas com base na imparcialidade.
Por fim, o time cobra mais transparência da CBF, destacando que medidas desse tipo podem impactar diretamente o andamento do campeonato.
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