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Bergamo: Crise financeira do governo atinge Forças Armadas e deixa ministros sem avião

Colunista repercutiu a situação vivida pela Força Aérea, que tem sete em cada dez jatos no chão por falta de manutenção ou de abastecimento; instituição confirma 'impacto financeiro' nas operações

Por Redação
REDAÇÃO

26/06/2025 • 09:27 • Atualizado em 26/06/2025 • 09:27

Mônica Bergamo

A colunista Mônica Bergamo, da BandNews FM, abordou durante a manhã desta quinta-feira (26) a crise financeira que afeta vários setores do governo brasileiro, destacando especialmente as consequências sobre a Força Aérea Brasileira (FAB).

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Segundo a jornalista, a situação atual é tão grave que é "a maior crise, não uma ponta de um iceberg nas Forças Armadas". A crise de recursos tem impedido o abastecimento e manutenção da frota de jatos usados pelas autoridades para deslocamentos pelo país.

"De 10 aviões, sete estão no chão por falta de gasolina ou por falta de manutenção", revelou a jornalista. Esse problema já está afetando diretamente os ministros do governo, que, ao não estarem no topo da lista de prioridades, enfrentam dificuldades para reservar voos, causando "bastante chateação".

Em relação às prioridades, Bergamo explicou que "a lei estabelece que, por exemplo, o ministro da Justiça, ministro da Fazenda, da Casa Civil e da Defesa, esses têm prioridade para reservar um avião". Além deles, o presidente da República, e os presidentes da Câmara e do Senado, além presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) também têm prioridade, enquanto os demais ministros "têm que ficar na fila".

A crise nos jatos é apenas "uma ponta do iceberg", segundo a jornalista, indicando cortes mais amplos no orçamento que afetam diretamente o Ministério da Defesa, com um corte de R$ 2.6 bilhões, um dos mais altos promovidos pelo governo para equilibrar as contas.

"As restrições orçamentárias impactam não apenas o reabastecimento das aeronaves, mas todo o ciclo de operação e manutenção da frota", explicou. Isso inclui limitações na aquisição de lubrificantes e peças de reposição, além de reparos em motores, comprometendo a plena disponibilidade dos meios e dificultando o cumprimento da missão.

Bergamo também mencionou um provável cenário de "shutdown", termo usado para descrever a paralisação da máquina pública devido a impasses na aprovação do orçamento. Esse processo pode resultar na suspensão de serviços essenciais, como limpeza pública, e na inoperância de ministérios, projetos de pesquisa e programas sociais.

*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.

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