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Bergamo: Defesa de Bolsonaro tenta “cartada final” no processo da tentativa de golpe no STF

A defesa manterá a tese de que não houve tentativa de golpe, que conversas não configuram crime e que o direito de defesa foi cerceado

Por Redação
REDAÇÃO

13/08/2025 • 09:07 • Atualizado em 13/08/2025 • 09:07

Mônica Bergamo
Resumo

Defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro prepara argumentos finais para julgamento no STF, incluindo pareceres de juristas renomados.

Estratégia envolve aprofundar debate jurídico, negando tentativa de golpe e defendendo que conversas não configuram crime.

Julgamento previsto para setembro, com possibilidade de sentença até outubro, podendo ser adiado por pedido de vista do ministro Luiz Fux.

A jornalista Mônica Bergamo, da BandNews FM, trouxe novidades da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro no julgamento no Supremo Tribunal Federal. A defesa de Bolsonaro prepara uma cartada final no processo sobre a suposta tentativa de golpe de Estado.

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A estratégia consiste em anexar às alegações finais pareceres de renomados juristas e professores de Direito da USP e da PUC-SP, buscando dar maior robustez técnica e acadêmica aos seus argumentos.

A inclusão desses pareceres visa aprofundar o debate jurídico sobre temas centrais da acusação. Entre os especialistas consultados estão Oswaldo Duek, professor titular de Direito Penal da PUC-SP, Gustavo Badaró, professor de Direito Processual Penal da USP — universidade onde o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, leciona —, e o ex-procurador de Justiça Fernando Capez.

A defesa manterá a tese de que não houve tentativa de golpe, que conversas não configuram crime e que o direito de defesa foi cerceado.

Segundo Bergamo, após a entrega das alegações finais, o ministro Alexandre de Moraes preparará seu voto, liberando o processo para julgamento na Primeira Turma do STF, presidida pelo ministro Cristiano Zanin.

A expectativa é que o julgamento ocorra em setembro, com uma sentença provável até outubro, a menos que um pedido de vista, possivelmente do ministro Luiz Fux, adie a conclusão para o final do ano.

*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.

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