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Brasil e EUA iniciam negociações sobre tarifas comerciais em Washington

Chanceler Mauro Vieira se encontra com Marco Rubio para buscar acordo sobre tributos, como os de café e carne

Por Redação
REDAÇÃO

15/10/2025 • 14:09 • Atualizado em 15/10/2025 • 14:09

Mauro Vieira e Marco Rubio

Mauro Vieira e Marco Rubio

Reprodução/Reuters e Agência Brasil

Resumo

Chanceler Mauro Vieira está em Washington para negociar com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sobre a redução de tarifas em produtos brasileiros como café e carne.

Objetivo do Brasil é remover ou reduzir tarifas de importação, enquanto os EUA focam em acesso a terras raras e regulação de grandes empresas de tecnologia.

Possível reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump poderá ocorrer em Kuala Lumpur para formalizar acordos, caso as negociações avancem.

O chanceler do Brasil, Mauro Vieira, está em Washington para uma reunião com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, nesta quinta-feira (16). O encontro visa discutir a redução das tarifas impostas pelo governo americano a produtos brasileiros, como café e carne, que sofreram aumentos significativos nos últimos meses. As negociações têm o objetivo de aliviar os impactos econômicos desses tributos, que afetaram o preço de itens essenciais para o Brasil no mercado americano.

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A reunião será focada em questões técnicas, sem envolvimento de fatores políticos, segundo fontes diplomáticas. O governo brasileiro levou dados detalhados sobre o impacto das tarifas, incluindo o aumento do preço do café nos Estados Unidos, que subiu 20% nas últimas semanas.

Objetivos das negociações

O Brasil busca a remoção ou redução das tarifas de importação impostas a diversos produtos, com destaque para os setores de alimentos, como carne e café, que tiveram o impacto mais severo. Para apoiar sua posição, o Brasil traz evidências sobre os efeitos dessas tarifas, como o aumento no custo do café, que se tornou mais caro para os consumidores americanos.

Do outro lado, os Estados Unidos também têm seus próprios interesses a serem defendidos durante a negociação. A principal demanda do governo americano inclui o acesso a terras raras, que são abundantes no Brasil e essenciais para o desenvolvimento de tecnologia e setores industriais. Outro ponto de interesse é a regulação das grandes empresas de tecnologia, conhecidas como "big techs", que têm enfrentado crescente fiscalização no Brasil, incluindo ações do Supremo Tribunal Federal.

Reunião futura entre os presidentes

Caso as negociações avancem positivamente, há a possibilidade de uma reunião presencial entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, ainda neste mês, em Kuala Lumpur, na Malásia, para formalizar um acordo entre os dois países. A expectativa é que esse encontro seja o ponto de culminância de uma série de reuniões e discussões sobre as tarifas comerciais e outras questões bilaterais.

O governo brasileiro se prepara para uma série de discussões detalhadas que poderão moldar as futuras relações econômicas entre os dois países. A reunião desta semana é considerada um primeiro passo importante para desatar o nó do tarifaço e definir os parâmetros para uma eventual redução dos impostos sobre os produtos brasileiros.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.