
Brasil registra 217 casos de intoxicação por Metanol, com duas mortes confirmadas
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Resumo
Intoxicações por Metanol no Brasil atingem 217 casos suspeitos, com 17 confirmados, concentrando-se principalmente em São Paulo. Duas mortes confirmadas e outras 12 estão sob investigação.
Ministério da Saúde autoriza importação de antídotos contra Metanol e Anvisa acelera processo. Investigação conta com apoio de diversas secretarias e órgãos de segurança.
Advocacia Geral da União exige que Meta remova anúncios de venda ilegal de bebidas adulteradas. Bares e restaurantes suspendem venda de destilados e consumidores optam por bebidas mais seguras.
Os números de casos de intoxicação por Metanol no Brasil, atingem 217 suspeitas até o momento, com 17 confirmações. A maioria dos casos ocorre em São Paulo, com 15 confirmações e mais 164 sob investigação. Até agora, duas mortes foram confirmadas, e outras 12 ainda estão sendo investigadas.
O Ministério da Saúde já autorizou a importação de 2.600 frascos de antídotos contra o Metanol, com previsão de chegada para esta semana. A Anvisa facilitou o processo, entrando em contato com autoridades internacionais para acelerar a importação. Além disso, as investigações prosseguem com a união da Secretaria da Saúde, Segurança Pública e Justiça.
A Advocacia Geral da União notificou a Meta (Facebook e Instagram) para remover conteúdos que promovem a venda ilegal de lacres, tampas, rótulos e garrafas de bebidas alcoólicas adulteradas. As autoridades reforçam a necessidade de fiscalização rigorosa nas redes sociais para impedir a comercialização de produtos falsificados que representam riscos à saúde.
Com o avanço do surto, muitos bares e restaurantes adotaram medidas preventivas, como a suspensão da venda de bebidas destiladas. A mudança no comportamento do consumidor também é visível: pessoas estão preferindo alternativas mais seguras, como cerveja, em vez de destilados como vodka e gin.
O atual Secretário de Segurança Pública e deputado federal, Guilherme Derrite, fez uma coletiva nesta segunda-feira e afirmou que até o momento, não possuem evidências de envolvimento do crime organizado na adulteração de bebidas. “Nenhum dos 41 presos pertence ou pertenceu a qualquer organização criminosa”, completou o secretário.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

