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Brasil registra 217 casos de intoxicação por Metanol, com duas mortes confirmadas

O maior foco das bebidas adulteradas é em São Paulo, com supostas 164 dessas ocorrências

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06/10/2025 • 20:21 • Atualizado em 06/10/2025 • 20:21

Brasil registra 217 casos de intoxicação por Metanol, com duas mortes confirmadas

Brasil registra 217 casos de intoxicação por Metanol, com duas mortes confirmadas

Reprodução: Pixelshot

Resumo

Intoxicações por Metanol no Brasil atingem 217 casos suspeitos, com 17 confirmados, concentrando-se principalmente em São Paulo. Duas mortes confirmadas e outras 12 estão sob investigação.

Ministério da Saúde autoriza importação de antídotos contra Metanol e Anvisa acelera processo. Investigação conta com apoio de diversas secretarias e órgãos de segurança.

Advocacia Geral da União exige que Meta remova anúncios de venda ilegal de bebidas adulteradas. Bares e restaurantes suspendem venda de destilados e consumidores optam por bebidas mais seguras.

Os números de casos de intoxicação por Metanol no Brasil, atingem 217 suspeitas até o momento, com 17 confirmações. A maioria dos casos ocorre em São Paulo, com 15 confirmações e mais 164 sob investigação. Até agora, duas mortes foram confirmadas, e outras 12 ainda estão sendo investigadas.

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O Ministério da Saúde já autorizou a importação de 2.600 frascos de antídotos contra o Metanol, com previsão de chegada para esta semana. A Anvisa facilitou o processo, entrando em contato com autoridades internacionais para acelerar a importação. Além disso, as investigações prosseguem com a união da Secretaria da Saúde, Segurança Pública e Justiça.

A Advocacia Geral da União notificou a Meta (Facebook e Instagram) para remover conteúdos que promovem a venda ilegal de lacres, tampas, rótulos e garrafas de bebidas alcoólicas adulteradas. As autoridades reforçam a necessidade de fiscalização rigorosa nas redes sociais para impedir a comercialização de produtos falsificados que representam riscos à saúde.

Com o avanço do surto, muitos bares e restaurantes adotaram medidas preventivas, como a suspensão da venda de bebidas destiladas. A mudança no comportamento do consumidor também é visível: pessoas estão preferindo alternativas mais seguras, como cerveja, em vez de destilados como vodka e gin.

O atual Secretário de Segurança Pública e deputado federal, Guilherme Derrite, fez uma coletiva nesta segunda-feira e afirmou que até o momento, não possuem evidências de envolvimento do crime organizado na adulteração de bebidas. “Nenhum dos 41 presos pertence ou pertenceu a qualquer organização criminosa”, completou o secretário.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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