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Casa Branca defende Trump após divulgação de e-mails ligando presidente a Jeffrey Epstein

Documentos divulgados pelo Congresso citam conhecimento prévio de Trump sobre abusos cometidos por Epstein

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12/11/2025 • 19:26 • Atualizado em 12/11/2025 • 19:26

Trump durante conferência na Casa Branca

Trump durante conferência na Casa Branca

Nathan Howard/Reuters

Resumo

A Casa Branca defende o presidente Donald Trump após revelações de e-mails de Jeffrey Epstein, que o implicam no conhecimento de abusos sexuais cometidos pelo bilionário.

Jeffrey Epstein, em e-mails divulgados pelo Congresso dos EUA, menciona que Trump passou horas em sua casa com uma vítima de abuso, enquanto a porta-voz Karoline Leavitt nega qualquer irregularidade cometida por Trump.

O presidente dos Estados Unidos acusa os democratas de desviar a atenção de problemas governamentais usando o caso Epstein, que tinha conexões com figuras influentes e foi acusado de abusar de mais de 250 menores de idades.

A Casa Branca sai em defesa do presidente americano Donald Trump, após a divulgação de e-mails em que Jeffrey Epstein, condenado por abuso sexual, afirmar que o republicano sabia sobre seu comportamento.

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No material publicado pelo Congresso dos EUA, nesta quarta-feira (12), o bilionário dizia ainda que Trump passou horas em sua casa com uma vítima de abuso.

Ainda nesta quarta, a porta-voz da sede do governo americano, Karoline Leavitt, afirmou que Trump não fez nada de errado e que “os e-mails provam absolutamente nada”.

Pela rede social Truth Social, o presidente dos Estados Unidos se pronunciou, atacando o partido dos democratas.

“Estão tentando ressuscitar a farsa de Jeffrey Epstein porque farão de tudo para desviar a atenção do quão desastrosos foram com a paralisação [shutdown] do governo e tantos outros assuntos”, publicou o líder dos EUA.

Conhecido por suas conexões com milionários, artistas e políticos influentes, o empresário Jeffrey Epstein foi acusado de abusar de mais de 250 menores de idade e de operar uma rede de exploração sexual.

Ele foi preso em julho de 2019 e um mês depois tirou a própria vida dentro da cela, segundo as autoridades dos Estados Unidos.

Durante a campanha eleitoral, Donald Trump – que era próximo de Epstein até começar a ganhar destaque como figura política – alegou possuir uma lista de clientes do esquema de abuso. No entanto, após ser pressionado para divulgar o material, o republicano negou a existência do documento e qualquer envolvimento com a rede de tráfico sexual do bilionário.