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Chefe de imigração em Minneapolis é afastado após mortes e protestos

Gregory Bovino foi removido do cargo em meio a críticas à atuação de agentes em operações que resultaram na morte de dois cidadãos americanos

Da redação
DA REDAÇÃO

27/01/2026 • 14:15 • Atualizado em 27/01/2026 • 14:15

ICE

ICE

REUTERS/Kevin Mohatt

O chefe dos agentes de imigração (ICE) em Minneapolis, Gregory Bovino, foi afastado do cargo em uma decisão determinada pela Casa Branca. A mudança, considerada um recuo do governo, ocorre em meio a uma onda de protestos na cidade de Minnesota após a morte de dois cidadãos americanos durante operações do ICE, incluindo um enfermeiro morto a tiros no último fim de semana.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, teria expressado descontentamento com a conduta dos agentes após assistir a um vídeo da ação que resultou na morte do enfermeiro.

A figura de Gregory Bovino se tornou o centro das controvérsias, não apenas por suas declarações, nas quais afirmava que "as vítimas eram os agentes e não os que morreram nas operações", mas também por sua imagem. Ele costumava aparecer em público com um casaco que, segundo relatos, lembrava uniformes usados pela SS nazista.

A reação do Governo

A repercussão dos casos levou a uma ação direta da presidência. O presidente Donald Trump conversou por telefone com o governador de Minnesota, Tim Walz. Apesar de serem opositores políticos, a conversa teve como objetivo buscar uma forma de acalmar os ânimos na região.

Como resultado imediato, além do afastamento de Bovino, o agente responsável pelos disparos contra o enfermeiro também foi retirado das operações de rua. A partir de agora, não se sabe quem assumirá o comando do ICE na região ou se Bovino irá se aposentar em definitivo.

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