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Falta de iluminação gera insegurança na Ciclovia do Rio Pinheiros

Usuários relatam acidentes, medo de assaltos e sensação de abandono em um dos principais corredores cicloviários da capital paulista

LUANA PEREIRA

28/05/2026 • 09:35 • Atualizado em 28/05/2026 • 09:40

Desde o ano passado, ciclistas alertam para falta de iluminação

Desde o ano passado, ciclistas alertam para falta de iluminação

Reprodução

A Ciclovia do Rio Pinheiros voltou a ser alvo de reclamações de usuários por causa da insegurança, da escuridão e da sensação de descaso ao longo do trajeto. Com mais de 20 quilômetros de extensão, a via liga regiões importantes das zonas Oeste e Sul de São Paulo, passando por bairros como Jaguaré, Pinheiros, Morumbi, Interlagos e Santo Amaro.

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O problema, no entanto, não é novidade para quem utiliza diariamente o espaço. Em agosto do ano passado, a ciclovia chegou a ser fechada no período noturno por falta de iluminação, como medida para “garantir a segurança no local”.

O administrador de empresas Marcelo Trovati, que pedala pela ciclovia há mais de dois anos, afirma que precisou investir em uma iluminação mais potente para a bicicleta para evitar acidentes durante o percurso.

Desde o ano passado, ciclistas alertam que a falta de iluminação tem provocado quedas, atropelamentos de capivaras e aumentado o receio de assaltos no trecho.

Recentemente, o preparador físico Ricardo Hirsh usou as redes sociais para denunciar o problema. Segundo ele, diversos seguidores relataram experiências parecidas e compartilharam o mesmo sentimento de insegurança.

Ricardo, que frequenta a ciclovia desde a inauguração, afirma que o espaço faz parte da rotina dele, mas relata situações perigosas enfrentadas nos últimos meses, além de quase ter sofrido um acidente.

Em nota, a Farah Service, responsável pela manutenção da Ciclovia da Marginal Pinheiros, informou que a questão da iluminação vem sendo tratada de forma contínua com a Enel e os órgãos competentes desde a identificação do problema.

A empresa afirmou ainda que, por envolver diferentes companhias, houve impacto no prazo inicialmente previsto para solução. Segundo a concessionária, um plano definitivo já foi estabelecido e está em fase de implementação, com previsão de regularização completa no curto prazo.

Apesar disso, nenhum prazo oficial foi informado.

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