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Congresso aprova MP do setor elétrico, e texto vai para sanção presidencial

A medida prevê a abertura do mercado de energia para todos os consumidores até 2028 e a criação de um teto para subsídios

Da Redação
DA REDAÇÃO

30/10/2025 • 18:19 • Atualizado em 30/10/2025 • 18:19

Energia

Energia

Energia (Foto: Fábio Pozzebom/Agência Brasil)

Resumo

Aprovação da Medida Provisória: O Congresso Nacional aprovou uma Medida Provisória que traz novas regras para o setor elétrico, incluindo a abertura total do mercado de energia e a criação de um teto para subsídios. O texto agora aguarda sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Principais mudanças na legislação: As novas regras permitem que todos os consumidores, incluindo residenciais, escolham seus fornecedores de energia a partir de 2026 para indústrias e comércios e 2028 para outros consumidores. Além disso, estabelece um limite para o crescimento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) a partir de 2027.

Processo legislativo e próximos passos: A aprovação da MP ocorreu após um acordo que excluiu a obrigatoriedade de contratar usinas termelétricas a gás. O presidente Lula tem agora a opção de sancionar, vetar partes ou a totalidade da proposta. Discussões futuras podem abordar temas controversos como a contratação de usinas termelétricas a gás.

O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (30) a Medida Provisória (MP) que estabelece novas regras para o setor elétrico, e o texto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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A aprovação na Câmara dos Deputados e no Senado aconteceu de forma simbólica, após um acordo que retirou do texto a obrigatoriedade de contratação de usinas termelétricas a gás. A proposta, que precisa ser sancionada para não perder a validade, prevê a abertura total do mercado de energia e a criação de um teto para os subsídios.

O QUE MUDA COM A MEDIDA PROVISÓRIA?

A Medida Provisória, editada pelo governo, visa modernizar o marco legal do setor e conter o aumento das tarifas de energia. Um dos principais pontos é a abertura gradual do mercado, que permitirá que todos os consumidores, inclusive os residenciais, escolham seus fornecedores de energia. A transição começará em 2026 para indústrias e comércios e, em 2028, para os demais consumidores.

Outra mudança importante é a imposição de um limite para o crescimento da CDE (Conta de Desenvolvimento Energético) a partir de 2027. A CDE é um fundo que custeia diversas políticas públicas do setor, como o programa Luz Para Todos e a Tarifa Social, e seu custo é repassado para a conta de luz. Com a nova regra, o crescimento do fundo será limitado e os custos adicionais deverão ser arcados pelos próprios setores beneficiados.

QUAIS OS PRÓXIMOS PASSOS?

Com a aprovação no Congresso, a MP segue para a sanção do presidente Lula, que pode sancionar o texto, vetar trechos ou a proposta inteira. Durante a tramitação no Legislativo, um acordo entre o governo e a oposição resultou na retirada de um trecho polêmico que previa a contratação obrigatória de usinas termelétricas a gás natural, tema que deve ser discutido futuramente pelo Congresso.

Este texto foi gerado por Inteligência Artificial e revisado pela Band.