
Alice Ribeiro
Reprodução/Instagram/aliceribeirojornalista
Resumo
O velório e sepultamento da jornalista Alice Ribeiro ocorreram neste sábado (18) em Belo Horizonte, após a família abrir a cerimônia inicialmente restrita ao público.
O acidente grave na BR-381 resultou na internação de Alice desde quarta-feira (15), com morte encefálica confirmada em seguida e doação de órgãos autorizada pela família.
A colisão envolveu o cinegrafista Rodrigo Lapa, que conduzia o veículo e morreu no local, enquanto Alice, profissional de destaque na TV Band Minas, deixa marido, filho, pais e irmão.
O velório e sepultamento da jornalista Alice Ribeiro aconteceram na manhã deste sábado (18) no Cemitério Parque da Colina, na região oeste de Belo Horizonte. A família, que inicialmente optou por uma despedida restrita a amigos e parentes, decidiu abrir a cerimônia para o público.
Alice estava hospitalizada desde quarta-feira (15), após sofrer acidente grave na BR-381, na Grande BH. Ela teve morte encefálica confirmada pelo Hospital de Pronto-Socorro João XXIII um dia depois. A família autorizou a doação de rins, pâncreas, fígado e córneas da jornalista.
Alice estava em um carro que era conduzido pelo cinegrafista Rodrigo Lapa quando bateram de frente com um caminhão. Rodrigo morreu no local e foi enterrado na quinta-feira (16), na capital mineira.
Aos 35 anos e com passagem pela TV Band em Brasília e TV Globo na Bahia, ela estava na TV Band Minas desde agosto de 2024. Lamentavelmente, Alice deixa os pais, o irmão, o marido e um filho de nove meses.
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