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CPMI do INSS vota convocação de Frei Chico, irmão do presidente Lula

Comissão também analisa quebras de sigilo de Carlos Lupi e ex-publicitária do PT; STF bloqueou R$ 390 milhões do Sindinapi

Por Redação
REDAÇÃO

16/10/2025 • 16:35 • Atualizado em 16/10/2025 • 16:35

Frei Chico, irmão de Lula

Frei Chico, irmão de Lula

Eduardo Matysiak/Instituto Lula

Resumo

Convocação de Frei Chico: A CPMI do INSS votará a convocação de José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, para esclarecer supostas irregularidades no Sindinapi. Ele é irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e vice-presidente da entidade investigada.

Requerimentos adicionais: Além de Frei Chico, a CPMI considerará a quebra de sigilos de Carlos Lupi, ex-ministro da Previdência, e Daniele Miranda Fonteneles, ex-publicitária do PT. Outra convocação pendente é a de Alan Santos, diretor da Dataprev, relacionada à gestão de dados do INSS e possíveis falhas que facilitaram fraudes.

Investigações e bloqueio de bens: O STF, através do ministro André Mendonça, bloqueou R$ 390 milhões do Sindinapi devido a irregularidades investigadas. A CPMI do INSS está focada em um esquema de fraudes que prejudicou aposentados e pensionistas em todo o Brasil, com descontos indevidos em suas folhas de pagamento.

A CPMI do INSS deve votar nesta quinta-feira (16) o requerimento de convocação de José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindinapi), uma das entidades investigadas pela comissão.

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Frei Chico é citado em cinco requerimentos diferentes, que pedem sua ida à CPMI para prestar esclarecimentos sobre supostas irregularidades em descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas.

Outras votações na pauta

Além da convocação de Frei Chico, os parlamentares também devem votar pedidos de quebra de sigilos do ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi, e da ex-publicitária do Partido dos Trabalhadores, Daniele Miranda Fonteneles.

Outro ponto em análise é a convocação do diretor de Relacionamento e Negócios da Dataprev, Alan Santos, que deve ser ouvido sobre a gestão dos dados do INSS e as possíveis falhas que facilitaram o esquema de fraudes.

Bloqueio de bens e andamento da investigação

Nesta semana, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de R$ 390 milhões do Sindinapi, em razão das investigações que apuram o uso indevido de recursos e o envolvimento da entidade em irregularidades com descontos associativos.

A CPMI do INSS investiga um esquema nacional de fraudes que teria afetado aposentados e pensionistas em todo o país. O grupo criminoso é suspeito de ter descontado valores indevidos diretamente da folha de pagamento de beneficiários do INSS, usando associações e sindicatos de fachada.

As discussões e votações dos requerimentos estão previstas para ocorrer ao longo da tarde no Congresso Nacional.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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