
Careca do INSS
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Resumo
Investigação de desvio no INSS: A CPMI que investiga o roubo de aposentados e pensionistas ouve Antônio Carlos Camilo Antunes, apelidado de “Careca do INSS”, acusado de liderar um esquema que desviou mais de R$ 6 bilhões.
Críticas e dificuldades judiciais: O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, expressa frustração com os habeas corpus frequentes que impedem depoimentos essenciais, exemplificado pela desistência de Antunes em comparecer à comissão, amparado por decisão do STF.
Análise de requerimentos: Na mesma sessão, cerca de 30 requerimentos serão avaliados, incluindo o pedido de prisão preventiva de Nelson Wilians Rodrigues, suspeito de movimentar R$ 4 bilhões do esquema e associado a influentes como Maurício Camisotti.
A CPMI que investiga o roubo de aposentados e pensionistas ouve nesta quinta-feira (25) Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. A sessão está marcada para começar às 9h da manhã. Preso, ele é apontado como o principal articulador de um esquema que teria desviado mais de R$ 6 bilhões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social.
Segundo as investigações, Antunes teria facilitado descontos ilegais promovidos por associações e sindicatos. Além disso, teria transferido mais de R$ 9 milhões para pessoas ligadas a servidores do INSS.
Críticas ao Judiciário
Na véspera da oitiva, o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), criticou a grande quantidade de habeas corpus concedidos pelo Judiciário a convocados da CPMI. De acordo com ele, as decisões têm atrapalhado os trabalhos e dificultado a obtenção de depoimentos fundamentais para o avanço das apurações.
Na semana passada, o próprio “Careca do INSS” havia desistido de comparecer à comissão, sob o argumento de que só prestaria esclarecimentos à Polícia Federal. A decisão foi respaldada em despacho do ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, que havia tornado sua presença facultativa.
Outros requerimentos em pauta
Além da oitiva de Antônio Carlos Camilo Antunes, os parlamentares devem analisar nesta quinta-feira cerca de 30 requerimentos. Entre eles, está o pedido de prisão preventiva do advogado Nelson Wilians Rodrigues, acusado de movimentar aproximadamente R$ 4 bilhões do esquema.
Rodrigues também é suspeito de manter ligações com o empresário Maurício Camisotti, apontado como um dos nomes influentes na rede de desvios. A análise desses requerimentos é considerada estratégica pelos integrantes da comissão para tentar ampliar o alcance das investigações.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

